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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Produção textual.


Para se produzir um bom texto é necessário que alguns aspectos sejam revistos:

O tema geral: é o assunto a ser tratado que normalmente abre espaço a outras vertentes, como por exemplo: a globalização. É proposto em praticamente toda produção de texto a ser realizada.

O tema específico: não é fornecido. Trata-se da delimitação do assunto proposto, como por exemplo: as consequências da globalização na economia. Quanto mais o escritor especificar o tema geral, mais focado em um objetivo estará e, portanto, mais seguro. Veja: As consequências da globalização na economia brasileira.

Em vestibulares há a coletânea, trechos de textos que abordam de formas diferentes o tema proposto. Escolha a abordagem da coletânea que mais o agrada, pois nunca escreva sobre algo que não sabe a respeito.

Se não houver coletânea, faça conforme especificado no “tema específico”: delimite o assunto comum proposto em um assunto particular que você tenha conhecimento sobre.

Ambiente: se puder escolher, vá para o lugar da casa ou da escola onde você possa se desligar do mundo exterior, para se aprofundar no que irá escrever. Se não puder, busque na sala de aula esse lugar de conforto, de quietude. Além disso, o ambiente deve estar bastante iluminado e arejado.

Estrutura: Faça uma introdução de no máximo cinco linhas e aponte nesse momento o assunto a ser tratado, além de levantar seu ponto de vista. No caso da narração, introduza a personagem e o conflito a ser solucionado. No desenvolvimento, esclareça seus argumentos, coloque exemplos, assinale fatos que estejam de acordo com seu ponto de vista sobre o tema. Se for uma narrativa, é o momento de expor os acontecimentos, as ações das personagens. Faça uma conclusão, também em poucas linhas, que reforce ainda mais sua visão sobre o assunto específico e mais ainda, dê uma sugestão, uma resolução. Na narrativa, exponha a solução do conflito.

Rascunho: Use o rascunho para que não rasure, para que tenha certeza do que irá escrever, para evitar erros de grafia, pontuação e concordância, pois é uma chance para rever o que escreveu.

Importante: Sempre se coloque no papel de leitor, imaginando que aquele texto está em um jornal, revista ou em um livro. Dessa forma, você terá uma visão crítica a respeito de si mesmo enquanto escritor!


Por Sabrina Vilarinho

www.brasilescola.com/redacao/producao-texto.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Elaboração de um relatório de estágio.PASSO A PASSO

O Relatório de Estágio deve ser escrito de acordo com as Normas Acadêmicas.

A parte textual do Relatório de Estágio (constituída por Introdução,
Desenvolvimento e Considerações Finais), deve ter no mínimo, 10 (dez) páginas e,
no máximo, 20 (vinte) páginas. (conforme o que pedir sua instituição).

O Estágio e elaboração de seu respectivo Relatório  devem ser realizados individualmente.


SUMÁRIO ( ABAIXO É SÓ UM EXEMPLO)

1 INTRODUÇÃO...................................................................................................03
2 IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA OU PROJETO.....................................................04
3 CARACTERIZAÇÃO DOS EDUCANDOS ............................................................05
4 ATIVIDADES DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO. ....................................................06
5 PARECER DO ESTÁGIO....................................................................................07
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................................................08
REFERÊNCIAS ....................................................................................................09
APÊNDICE 1 - PLANOS DE AULA (SE HOUVER) .................................................10

Começa a contagem de paginas desde a capa, mas este só começa aparecer na introdução.


INTRODUÇÃO
Apresentar o tema “Estágio Supervisionado.
Indicar os objetivos, (sua dimensão teórico-prática), justificar a importância
(mencionar a importância do estágio para a formação do profissional da educação) e
descrever a metodologia utilizada para o desenvolvimento do estágio; Descrever
sucintamente os itens que serão trabalhados dentro do Relatório.
*Este item deverá ter no mínimo 1 (uma) página e no
máximo 2 (duas) páginas e deve ser construído em
texto corrido.


IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA OU DO seu PROJETO.
Elaborar o texto descrevendo o local onde é desenvolvido o seu trabalho, se é escola
(dizer qual bairro, se é Municipal, Estadual, Federal ou Privada), se é outro local,
caracterizá-lo, comentar como surgiu o projeto, no local etc. Ou seja,
comentar sobre o lugar onde é desenvolvida a seu trabalho.
**Este item deverá ter no mínimo 1 (uma) página e no
máximo 2 (duas) páginas e deve ser construído em
texto corrido.


CARACTERIZAÇÃO DO ESTÁGIO
Elaborar texto descrevendo a idade dos alunos (se for em uma escola), os materiais
didáticos, a formação da professora ou educadora, o sistema de avaliação.
Relatar como é o espaço físico destinado ao desenvolvimento das aulas (caso seu trabalho for de educação)  Descrever a prática do profissional da instituição.
**Este item deverá ter no mínimo 2 (duas) páginas e
no máximo 4 (quatro) páginas e deve ser construído
em texto corrido.


PARECER DO ESTÁGIO
Relatar o que o aluno indaga com relação as aulas, à prática educativa no geral
após a realização do Estágio. É o momento de avaliar o para quê serviu o estágio
 É o momento de expressar afirmações e indagações. Escrever sobre a concepção de
educação que pretende desenvolver em suas práticas pedagógicas e salientar
interrogações que têm sobre a educação e prática educativa e, no caso específico,
sobre a tal.
*Este item deverá ter no mínimo 1 (uma) página e no
máximo 2 (duas) páginas e deve ser construído em
texto corrido.

Este exemplo acima é de um estágio para escolas, mas serve como base para você criar o seu no seu curso, este será alterado pelo seu tema.
Quanto ao minimo e no máximo de paginas este deve ser consultado ao seu tutor.
E quanto ao trabalho individual  ou em grupo, só seu tutor poderá te responder



Duvidas, vai direto ao ponto e assim que ler seu comentário eu responderei.





A História da LDB .



Com a promulgação da Constituição de 1988, a LDB anterior (4024/61) foi considerada obsoleta, mas apenas em 1996 o debate sobre a nova lei foi concluído.

A atual LDB (Lei 9394/96) foi sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo ministro da educação Paulo Renato em 20 de dezembro de 1996. Baseada no princípio do direito universal à educação para todos, a LDB de 1996 trouxe diversas mudanças em relação às leis anteriores, como a inclusão da educação infantil (creches e pré-escolas) como primeira etapa da educação básica

O texto aprovado em 1996 é resultado de um longo embate, que durou cerca de seis anos, entre duas propostas distintas. A primeira conhecida como Projeto Jorge Hage foi o resultado de uma série de debates abertos com a sociedade, organizados pelo Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública, sendo apresentado na Câmara dos Deputados. A segunda proposta foi elaborada pelos senadores Darcy Ribeiro, Marco Maciel e Maurício Correa em articulação com o poder executivo através do MEC.

A principal divergência era em relação ao papel do Estado na educação. Enquanto a proposta dos setores organizados da sociedade civil apresentava uma grande preocupação com mecanismos de controle social do sistema de ensino, a proposta dos senadores previa uma estrutura de poder mais centrada nas mãos do governo. Apesar de conter alguns elementos levantados pelo primeiro grupo, o texto final da LDB se aproxima mais das idéias levantadas pelo segundo grupo, que contou com forte apoio do governo FHC nos últimos anos da tramitação.


Google.com


O QUE É DIVERSIDADE CULTURAL?


 Diversidade cultural tem como função unir todas as diferenças culturais em uma única, bem como a forma que se organizam e suas concepções religiosas e mor ais, utilizando a linguagem, as danças, a maneira de se vestir e suas tradições, o termo diz respeito a variedade de idéias, caracterizando os diferentes elementos da convivência e de determinados assuntos, referindo se também a crenças e a padrões de tempo e espaço, de d iferentes ângulos de visões e abordagem, a diversidade cultural é indicada para pessoas que são ligadas ao conceito de pluralidade, e podem encontrar uma comunhão na tolerância mutua. 
    A diversidade cultural é  um caminho que abrange boa parte das pessoas, dando a todos o direito de expressão, proporcionando as muitas sociedades que surgiram separadas e sentindo diferenças culturais o direito de se expressarem através de suas culturas, essas  diferenças culturais que existem entre os povos, também fazem com que  exista variações na forma de como as sociedades se organizam, e a maneira que interagem no seu ambiente mudando suas concepções.Importante dizer que a diversidade cultural preserva a sobrevivência e a longo prazo as culturas indígenas que são tão importantes para humanidade assim como a conservação de todas as espécies existentes no ecossistema.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Objetivos e Metas - PNE - Educação Infantil.


 1. Ampliar a oferta de educação infantil de forma a atender, em cinco anos, a 30% da
população de até 3 anos de idade ee 60% da população de 4 e 6 anos (ou 4 e 5 anos) e,
até o final da década, alcançar a meta de 50% das crianças de 0 a 3 anos e 80% das de 4
e 5 anos.
2. Elaborar, no prazo de um ano, padrões mínimos de infra-estrutura para o
funcionamento adequado das instituições de educação infantil (creches e pré-escolas)
públicas e privadas, que, respeitando as diversidades regionais, assegurem o
atendimento das características das distintas faixas etárias e das necessidades do
processo educativo quanto a:
a) espaço interno, com iluminação, insolação, ventilação, visão para o espaço externo,
rede elétrica e segurança, água potável, esgotamento sanitário;
b) instalações sanitárias e para a higiene pessoal das crianças;
c) instalações para preparo e/ou serviço de alimentação;
d) ambiente interno e externo para o desenvolvimento das atividades, conforme as
diretrizes curriculares e a metodologia da educação infantil, incluindo o repouso, a
expressão livre, o movimento e o brinquedo;
e) mobiliário, equipamentos e materiais pedagógicos;
f) adequação às características das crianças especiais.**
3. A partir do segundo ano deste plano, somente autorizar construção e funcionamento de
instituições de educação infantil, públicas ou privadas, que atendam aos requisitos de
infra-estrutura definidos no item anterior.
4. Adaptar os prédios de educação infantil de sorte que, em cinco anos, todos estejam
conformes aos padrões mínimos de infra-estrutura estabelecidos.
5. Estabelecer um Programa Nacional de Formação dos Profissionais de educação
infantil, com a colaboração da União, Estados e Municípios, inclusive das universidades e
institutos superiores de educação e organizações não-governamentais, que realize as
seguintes metas:
a) que, em cinco anos, todos os dirigentes de instituições de educação infantil possuam
formação apropriada em nível médio (modalidade Normal) e, em dez anos, formação de
nível superior;
b) que, em cinco anos, todos os professores tenham habilitação específica de nível médio
e, em dez anos, 70% tenham formação específica de nível superior.**
6. A partir da vigência deste plano, somente admitir novos profissionais na educação
infantil que possuam a titulação mínima em nível médio, modalidade normal, dando-se
preferência à admissão de profissionais graduados em curso específico de nível superior.
7. No prazo máximo de três anos a contar do início deste plano, colocar em execução
programa de formação em serviço, em cada município ou por grupos de Município,
preferencialmente em articulação com instituições de ensino superior, com a cooperação
técnica e financeira da União e dos Estados, para a atualização permanente e o
aprofundamento dos conhecimentos dos profissionais que atuam na educação infantil,
bem como para a formação do pessoal auxiliar.**
8. Assegurar que, em dois anos, todos os Municípios tenham definido sua política para a
educação infantil, com base nas diretrizes nacionais, nas normas complementares
estaduais e nas sugestões dos referenciais curriculares nacionais.
9. Assegurar que, em três anos, todas as instituições de educação infantil tenham
formulado, com a participação dos profissionais de educação neles envolvidos, seus
projetos pedagógicos.**
10. Estabelecer em todos os Municípios, no prazo de três anos, sempre que possível em
articulação com as instituições de ensino superior que tenham experiência na área, um
sistema de acompanhamento, controle e supervisão da educação infantil, nos
estabelecimentos públicos e privados, visando ao apoio técnico-pedagógico para a
melhoria da qualidade e à garantia do cumprimento dos padrões mínimos estabelecidos
pelas diretrizes nacionais e estaduais.
11. Instituir mecanismos de colaboração entre os setores da educação, saúde e
assistência na manutenção, expansão, administração, controle e avaliação das
instituições de atendimento das crianças de 0 a 3 anos de idade.**
12. Garantir a alimentação escolar para as crianças atendidas na educação infantil, nos
estabelecimentos públicos e conveniados, através da colaboração financeira da União e
dos Estados.**
13. Assegurar, em todos os Municípios, o fornecimento de materiais pedagógicos
adequados às faixas etárias e às necessidades do trabalho educacional, de forma que,
em cinco anos, sejam atendidos os padrões mínimos de infra-estrutura definidos na meta
nº 2. **
14. Incluir as creches ou entidades equivalentes no sistema nacional de estatísticas
educacionais, no prazo de três anos.*
15. Extinguir as clas ses de alfabetização incorporando imediatamente as crianças no
ensino fundamental e matricular, também, naquele nível todas as crianças de 7 anos ou
mais que se encontrem na educação infantil.
16. Implantar conselhos escolares e outras formas de participação da comunidade escolar
e local na melhoria do funcionamento das instituições de educação infantil e no
enriquecimento das oportunidades educativas e dos recursos pedagógicos.
17. Estabelecer, até o final da década, em todos os Municípios e com a colaboração dos
setores responsáveis pela educação, saúde e assistência social e de organizações nãogovernamentais,
programas de orientação e apoio aos pais com filhos entre 0 e 3 anos,
oferecendo, inclusive, assistência financeira, jurídica e de suplementação alimentar nos
casos de pobreza, violência doméstica e desagregação familiar extrema.**
18. Adotar progressivamente o atendimento em tempo integral para as crianças de 0 a 6
anos.
19. Estabelecer parâmetros de qualidade dos serviços de educação infantil, como
referência para a supervisão, o controle e a avaliação, e como instrumento para a adoção
das medidas de melhoria da qualidade.**
20. Promover debates com a sociedade civil sobre o direito dos trabalhadores à
assistência gratuita a seus filhos e dependentes em creches e pré-escolas, estabelecido
no art. 7o, XXV, da Constituição Federal. ** Encaminhar ao Congresso Nacional projeto de
lei visando à regulamentação daquele dispositivo. *
21. Assegurar que, em todos os Municípios, além de outros recursos municipais os 10%
dos recursos de manutenção e desenvolvimento do ensino não vinculados ao FUNDEF
sejam aplicados, prioritariamente, na educação infantil.**
22. Ampliar o Programa de Garantia de Renda Mínima associado a ações sócioeducativas,
de sorte a atender, nos três primeiros anos deste Plano, a 50% das crianças
de 0 a 6 anos que se enquadram nos critérios de seleção da clientela e a 100% até o
sexto ano.**
23. Realizar estudos sobre custo da educação infantil com base nos parâmetros de
qualidade, com vistas a melhorar a eficiência e garantir a generalização da qualidade do
atendimento.**
24. Ampliar a oferta de cursos de formação de professores de educação infantil de nível
superior, com conteúdos específicos, prioritariamente nas regiões onde o déficit de
qualificação é maior, de modo a atingir a meta estabelecida pela LDB para a década da
educação.**
25. Exercer a ação supletiva da União e do Estado junto aos Municípios que apresentem
maiores necessidades técnicas e financeiras, nos termos dos arts. 30, VI e 211, § 1º, da
Constituição Federal.**
26. Observar as metas estabelecidas nos demais capítulos referentes à educação infantil.
(PNE-pag.14)

PNE-EDUCAÇÃO INFANTIL


               Plano Nacional de Educação

          A educação das crianças de zero a seis anos em estabelecimentos específicos de educação infantil vem crescendo no mundo inteiro e de forma bastante acelerada, seja em decorrência da necessidade da família de contar com uma instituição que se encarregue do cuidado e da educação de seus filhos pequenos, principalmente quando os pais trabalham fora de casa, seja pelos argumentos advindos das ciências que investigaram o processo de desenvolvimento da criança.
        Se a inteligência se forma a partir do nascimento e se há "janelas de oportunidade" na infância quando um determinado estímulo ou experiência exerce maior influência sobre a inteligência do que em qualquer outra época da vida, descuidar desse período significa desperdiçar um imenso potencial humano.
         Ao contrário, atendê-la com profissionais especializados capazes de fazer a mediação entre o que a criança já conhece e o que pode conhecer significa investir no desenvolvimento humano de forma inusitada.
           Hoje se sabe que há períodos cruciais no desenvolvimento, durante os quais o ambiente pode influenciar a maneira como o cérebro é ativado para exercer funções em áreas como a matemática, a linguagem, a música. Se essas oportunidades forem perdidas, será muito mais difícil obter os mesmos resultados mais tarde.
           À medida que essa ciência da criança se democratiza, a educação infantil ganha prestígio e interessados em investir nela.
           Não são apenas argumentos econômicos que têm levado governos, sociedade e famílias a investirem na atenção às crianças pequenas. Na base dessa questão está o direito ao cuidado e à educação a partir do nascimento. 
           A educação é elemento constitutivo da pessoa e, portanto, deve estar presente desde o momento em que ela nasce, como meio e condição de formação, desenvolvimento, integração social e realização pessoal.
          Além do direito da criança, a Constituição Federal estabelece o direito dos trabalhadores, pais e responsáveis, à educação de seus filhos e dependentes de zero a seis anos. Mas o argumento social é o que mais tem pesado na expressão da demanda e no seu atendimento por parte do Poder Público. 
          Ele deriva das condições limitantes das famílias trabalhadoras, mono parental, nuclear, das de renda familiar insuficiente para prover os meios adequados para o cuidado e educação de seus filhos pequenos e da impossibilidade de a maioria dos pais adquirirem os conhecimentos sobre o processo de desenvolvimento da criança que a pedagogia oferece.
(PNE .EDUCAÇÃO INFANTIL pag.09)


SÍNTESE.


Para realizar uma boa síntese é necessário, antes de mais, ter compreendido o texto original, para depois redigir um novo, com base no texto-fonte.
1ª fase: compreensão do texto original
Após a leitura global do texto em questão, deve-se proceder a detecção das ideias e dos acontecimentos principais, sublinhando as articulações lógicas e os exemplos.
2ª fase: construção do novo texto
Devemos introduzir o texto, apresentando o tema, o nome do autor e a tese (se existir) e, depois, ilustrá-lo com a exposição dos factor inerentes ao tema, ou seja, o problema do texto (o ponto central).
Sendo uma síntese, a ordem dos acontecimentos não tem de ser igual à do texto original, mas tem-se que respeitar as relações entre factos, sem alterar o seu significado.
A síntese é sempre redigida na terceira pessoa, de forma concisa e clara, nunca transcrevendo em discurso direto.



Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/linguistics/500661

O que é uma resenha.



Resenha é um texto que serve para apresentar outro (texto-base), desconhecido do leitor.
Para bem apresentá-lo, é necessário além de dar uma ideia resumida dos assuntos tratados, apresentar o maior número de informações sobre o trabalho: fatores que, ao lado de uma abordagem crítica e de relações intertextuais, darão ao leitor os requisitos mínimos para que ele se oriente quanto ao grau de interesse do texto-base.
Quando se trata de resenha científica, ou trabalho acadêmico de divulgação, apresenta síntese e crítica sobre trabalho cientifico mais longo. Pode ser elaborado com base em leitura motivada por interesse próprio ou sob demanda editorial. Visa geralmente à publicação em periódico técnico ou mesmo visando divulgação de conhecimento ao grande público pela veiculação em mídia ampla. Nesses casos a resenha é, geralmente, feita por um cientista da mesma área de conhecimento do texto-base. A resenha é uma abordagem que se propõe a construção de relações entre as propriedades de um objeto analisado, descrevendo-o e enumerando aspectos considerados relevantes sobre ele.


Wikipédia.org.


terça-feira, 8 de maio de 2012

INTERDISCIPLINARIDADE


INTERDISCIPLINARIDADE: UM CAMINHO POSSÍVEL PARA O ENRIQUECIMENTO DO ATO DE ENSINAR NA ESCOLA
             
  Interdisciplinaridade é definida amplamente como uma interação existente entre duas ou mais disciplinas. Assim a interdisciplinaridade vem como aspiração emergente em prol a superação da racionalidade científica positivista, quebrando paradigmas e propondo a visão de um todo, defendida até nos PCN's. No Brasil, o conceito de interdisciplinaridade chegou pelo estudo da obra de Georges Gusdorf e posteriormente da de Piaget.
  A interdisciplinaridade contemplada nos PCN´s assume como fundamento de integração e prática docente voltada para o desenvolvimento de competências e habilidades dos alunos, promovendo assim, a mobilização da comunidade escolar em torno de objetivos educacionais mais amplos.
Um trabalho interdisciplinar, antes de garantir associação temática entre diferentes disciplinas, deve buscar unidade da prática docente. Portanto, a interdisciplinaridade na escola vem complementar as disciplinas, oferecendo aos alunos um conhecimento baseado na totalidade da comunidade em que estão inseridos.
           Na sala de aula, ou em qualquer outro ambiente de aprendizagem, são inúmeras as relações que intervêm no processo de construção e organização do conhecimento. As múltiplas relações entre professores, alunos e objetos de estudo constroem o contexto de trabalho dentro do quais as relações de sentido são construídas. Nesse complexo trabalho, o enfoque interdisciplinar aproxima o sujeito de sua realidade mais ampla, auxilia os aprendizes na compreensão das complexas redes conceituais, possibilita maior significado e sentido aos conteúdos da aprendizagem, permitindo uma formação mais consistente e responsável.

TÂNIA
REFERÊNCIAS
Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: BRASIL, Secretaria de Educação Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais. Brasília, 1997.

            
         

UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR...


UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR DO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMATICA NO ENSINO FUNDAMENTAL

Na interdisciplinaridade, duas ou mais disciplinas relacionam seus conteúdos para aprofundar o conhecimento. Dessa forma, a abordagem interdisciplinar só acontece quando os conteúdos das disciplinas se relacionam para ampla compreensão de um tema estudado. A interdisciplinaridade caracteriza-se pela intensidade das trocas entre os especialistas e pelo grau de integração real das disciplinas no interior de um mesmo projeto. Ela busca responder à necessidade de superação da visão fragmentada nos processos de produção e socialização do conhecimento. Trata-se de um movimento que caminha para novas formas de organização do conhecimento ou para um novo sistema de sua produção, difusão e transferência.
O trabalho com Projetos é muito rico de significados, por meio dos projetos o educador pode trabalhar conceitos de todas as disciplinas dentro de um mesmo assunto, despertando assim o interesse dos alunos, fazendo com que pesquisem e construam um conhecimento globalizado, não fragmentado sobre esse assunto, por isso o trabalho com projetos é um dos meios mais completos.



TÂNIA

segunda-feira, 7 de maio de 2012

A MATEMÁTICA E O ENSINO FUNDAMENTAL




         Critérios e premissas: o que deve ser ensinado?
         A equipe responsável pela elaboração do documento de Ciências da Natureza e Matemática defende que:
        (1) é através da formação de conceitos que os principais objetivos do ensino de Ciências e Matemática são alcançados;
         (2) a área pode se beneficiar muito de uma metodologia que inclua a experimentação e a resolução de problemas.
Esta postura entende a importância da inserção dos conceitos das Ciências e da Matemática na realidade dos alunos e a importância da operacionalidade necessária à sua utilização em situações práticas e acadêmicas.
Devemos priorizar a aquisição de conhecimentos fundamentais em cada disciplina, diminuindo a ênfase na memorização de procedimentos buscando a melhoria significativa do aprendizado do aluno, através de uma ordenação lógica.
           Rever os conteúdos, levando sempre em consideração o que o aluno já aprendeu.   
              Matemática é uma ciência que foi criada a fim de contar e resolver problemas cujas existências tinham finalidades práticas. Teorias das mais complexas contadas por matemáticos sobrevoaram a mente humana de como a matemática foi criada. Essa ciência difícil e com complexidades pós o conhecimento humano foi criada a partir dos primeiros seres racionais, a milhões de anos dos Homo sapiens. Ela foi criada com o intuito de inventar uma lei sobre todas as quais ela é soberana e determina o possível e o impossível com uma questão de lógica. Essa lógica serviu para os primeiros raciocínios, desde trocas às vendas, de que nossos ancestrais necessitavam.
Na História da Matemática, o ensino tradicional dominou a sala de aula durante séculos, até o surgimento de novas maneiras de ensinar. No início do século XX foram utilizados métodos clássicos que envolvem a repetição de algoritmos (Tradicional), que dominavam as regras da aritmética, da álgebra e da geometria.
           O papel da Matemática no Ensino Fundamental como meio facilitador para a estruturação e o desenvolvimento do pensamento do (a) aluno (a) e para a formação básica de sua cidadania.
           É importante que a Matemática desempenhe, equilibrada e indissociavelmente, seu papel na formação de capacidades intelectuais, na estruturação do pensamento, na agilização do raciocínio dedutivo do aluno, na sua aplicação a problemas, situações da vida cotidiana e atividades do mundo do trabalho e no apoio à construção de conhecimentos em outras áreas curriculares.    
         Falar em formação básica para a cidadania significa falar em inserção das pessoas no mundo do trabalho, das relações sociais e da cultura, no âmbito da sociedade brasileira (MEC/SEF, 1997, p.29). Ao referir-se à pluralidade das etnias existentes no Brasil, à diversidade e à riqueza do conhecimento matemático que nosso (a) aluno (a) já traz para a sala de aula, enfatiza-se nos PCN's que o ensino da Matemática, a par da valorização da pluralidade sociocultural do (a) educando (a), pode colaborar para a transcendência do seu espaço social e para sua participação ativa na transformação do seu meio.
Estudando a história da matemática vemos que ela teve origem na necessidade de sobrevivência do ser humano, que por milênios traçou sua história como ferramenta para essa sobrevivência. Com o desenvolvimento humano e tecnológico da civilização, essa ferramenta evoluiu e tornou-se tão essencial quanto abstrata, em sua maior parte. Sendo assim a matemática ensinada nos anos iniciais escolares foi se distanciando do seu antigo papel de ferramenta para o desenvolvimento. Segundo Lopes, Viana, Lopes (2007) no princípio dessa história, essa ferramenta era usada diretamente para contar ou verificar uma determinada quantidade ou para verificar a exatidão de um negócio.
O papel da Matemática comporta um amplo campo de relações, regularidades e coerências que despertam a curiosidade e instigam a capacidade de generalizar, projetar, prever e abstrair, favorecendo a estruturação do pensamento e o desenvolvimento do raciocínio lógico do ser humano. A relação da criança com a matemática se dá de diferentes maneiras e a forma como ela ocorre e de certa forma nós os professores somos responsáveis por esta relação.

Tânia


REFERÊNCIAS


Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: BRASIL, Secretaria de Educação Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.
LOPES, Sergio Roberto. Metodologia do ensino da matemática/ Sérgio Roberto Lopes, Ricardo Luiz Viana, Shiderlene Vieira de Almeida Lopes. – Curitiba: IBPEX, 2007.




            

Dificuldades de Aprendizagem

Dificuldade de aprendizagem, por vezes referida como desordem de aprendizagem ou transtorno de aprendizagem, é um tipo de desordem pela qual um indivíduo apresenta dificuldades em aprender efetivamente.
São vários os fatores que interferem na aprendizagem da Leitura e Escrita na fase inicial da escolaridade da criança. 
E os professores devem estar atentos para detectar as causas desse insucesso no processo ensino-aprendizagem da Leitura e Escrita, usando de metodologias diversificadas.
Nós vivemos numa sociedade letrada, devido às múltiplas situações de escrita, levando a criança a interpretar os símbolos gráficos antes mesmo do seu ingresso na escola.
O professor deve oferecer aos seus alunos diversidades textuais e de situações para possibilitar a criança compreender o processo de alfabetização de uma maneira mais abrangente. Pois a alfabetização é um processo permanente, contínuo, que se estende por toda a existência e não apenas no período estipulado nas instituições escolares para a aprendizagem da leitura e da escrita.
Sabe-se que para aprender a ler e escrever é preciso codificar e decodificar os signos lingüísticos, mas se tem a certeza também que só isso não basta. Hoje é preciso atribuir um significado mais amplo à alfabetização.
A alfabetização garante ao individuo, enquanto sujeito do processo, o domínio da escrita, tornando-se capaz de ler com compreensão e de expressar suas idéias com clareza para atender as necessidades cotidianas, garantindo melhor acesso à cultura e permitindo uma boa socialização.
A problemática da dificuldade da aquisição da leitura e da escrita continua existindo em nosso cotidiano, porém, isso nos leva a reflexão e análise desse processo, e também para mudanças em nossas práticas didático-pedagógicas que respondam com mais eficiência às demandas sociais relativas a alfabetização.
Suely Rose David Modesto

A leitura na educação infantil.



Vamos ver neste artigo a importância da leitura na educação infantil, A técnica da repetição ou reiteração de elementos são segundo Coelho (2002, p.34) “favoráveis para manter a atenção e o interesse desse difícil leitor a ser conquistado”. O leitor iniciante (a partir dos 6/7 anos) Essa é a fase em que a criança começa a apropriar-se da decodificação dos símbolos gráficos, mas como ainda encontra-se no início do processo, o papel do adulto como “agente estimulador” é fundamental.

  Os livros adequados nesta fase devem ter uma linguagem simples com começo, meio e fim. As imagens devem predominar sobre o texto. As personagens podem ser humanas, bichos, robôs, objetos, especificando sempre os traços de comportamento, como bom e mau, forte e fraco, feio e bonito.
   Histórias engraçadas, ou que o bem vença o mal atraem muito o leitor nesta fase. Indiferentemente de se utilizarem textos como contos de fadas ou do mundo cotidiano, de acordo com Coelho (ibid, p. 35) “eles devem estimular a imaginação, a inteligência, a afetividade, as emoções, o pensar, o querer, o sentir”.
   A literatura infantil é destinada especialmente às crianças entre dois a dez anos de idade. O conteúdo de uma obra infantil precisa ser de fácil entendimento pela criança que a lê, seja por si mesma, ou com a ajuda de uma pessoa mais velha. Em artigos nas postagens mais antigas deste blog já comentei sobre a leitura com os baixinhos, não podemos apenas ler historinhas para as crianças e depois não trabalhar um pouco sobre elas.
   Dei aula uma vez para 1° série do ensino fundamental ao qual eu comecei a história e deixei que a imaginação da criança fosse contada através delas por meio de desenhos e na 3° série eles continuavam a história do jeito que haviam escutados pelos seus pais, tios e até mesmo pelos professores.
   Esta experiência foi bem legal porque as crianças gostaram da aula e pediram para trabalhar com outras histórias.
  Acho que assim podemos contribuir na leitura da criança e incentiva-las a continuar lendo, porque hoje é mais outros recursos que eles procuram e a leitura acaba ficando no esquecimento.
  Já que hoje a tecnologia é quem está em primeiro lugar para as crianças eu gosto de usar os DVDS com filmes ou contos de fabulas, mas não esquecendo da escrita e instigando a criança a comparar a mesma história que assistiu no DVD com os livros.
  Devemos mostrar este mundo magico para as crianças que é a leitura, a qual eles podem inventar, sonhar e mudar o fim de uma história triste.
  Fazer com que eles vivam a história contada através do livro, pode ser feito com peças de teatro porque neta idade eles gostam de interpretar.
  Para os pequeninos que ainda não sabem ler nem escrever usar DVDS com bastante musicas e bem coloridos eles adora e deixam as crianças calmas e também você pode botar o mesmo desenho ou filme varias vezes, nesta fase eles gostam da repetição.
 Tenho um exemplo pra você, minha neta tem 6 meses e adora assistir o Patati e Patatá e pode botar duas ou três vezes ao dia que ela gosta.
Tânia
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Alfabetização e letramento...



Letramento é uma tradução para o português da palavra inglesa “literacy” que pode ser traduzida como a condição de ser letrado. Um indivíduo alfabetizado não é necessariamente um indivíduo letrado. Alfabetizado é aquele indivíduo que sabe ler e escrever; letrado é aquele que sabe ler e escrever, mas que responde adequadamente às demandas sociais da leitura e da escrita. Alfabetizar letrando, é ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, assim o educando deve ser alfabetizado e letrado. A linguagem é um fenômeno social, estruturada de forma ativa e grupal do ponto de vista cultural e social. A palavra letramento é utilizada no processo de inserção numa cultura letrada. No Brasil os conceitos de alfabetização e letramento se mesclam e se confundem. A discussão do letramento surge sempre envolvida no conceito de alfabetização, o que tem levado, a uma inadequada e imprópria síntese dos dois procedimentos, com prevalência do conceito de letramento sobre o de alfabetização. Não podemos separar os dois processos, pois a princípio o estudo do aluno no universo da escrita se dá concomitantemente por meio desses dois processos: a alfabetização, e pelo desenvolvimento de habilidades da leitura e escrita, nas práticas sociais que envolvem a língua escrita , o letramento.

O conhecimento das letras é apenas um meio para o letramento , que é o uso social da leitura e da escrita. Para formar cidadãos atuantes e interacionistas, é preciso conhecer a importância da informação sobre letramento e não de alfabetização. Letrar significa colocar a criança no mundo letrado, trabalhando com os distintos usos de escrita na sociedade. Essa inclusão começa muito antes da alfabetização, quando a criança começa a interagir socialmente com as práticas de letramento no seu mundo social. O letramento é cultural, por isso muitas crianças já vão para a escola com o conhecimento alcançado de maneira informal absorvido no cotidiano. Ao conhecer a importância do letramento, deixamos de exercitar o aprendizado automático e repetitivo, baseado na descontextualização.


Na escola a criança deve interagir firmemente com o caráter social da escrita e ler e escrever textos significativos. A alfabetização se ocupa da aquisição da escrita pelo indivíduo ou grupos de individuos, o letramento focaliza os aspectos sócio-históricos da aquisição de um sistema escrito por uma sociedade. “Em termos sociais mais amplos, o letramento é apontado como sendo produto do desenvolvimento do comércio, da diversificação dos meios de produção e da complexidade crescente da agricultura.


A alfabetização deve se desenvolver em um contexto de letramento como início da aprendizagem da escrita, como desenvolvimento de habilidades de uso da leitura e da escrita nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de atitudes de caráter prático em relação a esse aprendizado; entendendo que a alfabetização e letramento, devem ter tratamento metodológico diferente e com isso alcançar o sucesso no ensino aprendizagem da língua escrita, falada e contextualizada nas nossas escolas. Letramento é informar-se através da leitura, é buscar notícias e lazer nos jornais, é interagir selecionando o que desperta interesse, divertindo-se com as histórias em quadrinhos, seguir receita de bolo, a lista de compras de casa, fazer comunicação através do recado, do bilhete, do telegrama. Letramento é ler histórias com o livro nas mãos, é emocionar-se com as histórias lidas, e fazer, dos personagens, os melhores amigos. Letramento é descobrir a si mesmo pela leitura e pela escrita, é entender quem a gente é e descobrir quem podemos ser.

Autora: Amelia Hamze

Politica - Creche-Escola de educação infantil


• As creches têm por objetivo educar e cuidar de crianças até 6 anos
de idade
• As creches não estão sendo usadas por crianças com mais de 7 anos
como alternativa à educação de 1º grau
• As creches são concebidas como um serviço público que atende a
direitos da família e da criança
• A política de creche procura responder ao princípio de igualdade de
oportunidade para as classes sociais, os sexos, as raças e os credos
• A política de creche reconhece que as crianças têm uma família
• A política de creche prevê a gestão democrática dos equipamentos e a
participação das famílias e da comunidade
• A programação para as creches respeita e valoriza as características
culturais da população atendida
• O programa de creches integra o planejamento municipal, estadual,
regional e federal de ações mais gerais
• A política de creche estimula a produção e o intercâmbio de
conhecimentos sobre educação infantil
• Há um projeto para as creches com explicitação de metas, estratégias,
mecanismos de supervisão e avaliação
• O plano de expansão das creches, em quantidade e localização,
responde às necessidades das famílias e crianças
• O plano para creche prevê entre suas metas a melhoria da qualidade do atendimento à criança• O orçamento para as creches é suficiente para oferecer um
atendimento digno às crianças e um reconhecimento do trabalho do
adulto profissional
• Os critérios para admissão de crianças nas creches são democráticos,
transparente e não discriminatórios
• As pessoas que trabalham nas creches que trabalham nas creches são
reconhecidas e tratadas como profissionais nos planos da formação
educacional, do processo de seleção, do salário e dos direitos
trabalhistas
• O per capita repassado às creches respeita o cronograma pré-
estabelecido
• O valor do per capita repassado pelo poder público às creches
conveniadas é suficiente para oferecer um tratamento digno às crianças

• O valor do per capita repassado às creches segue uma curva
ascendente
• Os critérios para estabelecimento e avaliação de convênios são
transparentes e acessíveis ao público
• As entidades conveniadas permitem o acesso público aos equipamentos
e acolhem a orientação dos órgãos responsáveis

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