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quinta-feira, 19 de abril de 2012

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional...


O atendimento à criança de zero a seis anos, no Brasil, existe há mais de 100 anos. No entanto, apenas recentemente, vem sendo reconhecido o caráter educacional dos serviços oferecidos às crianças de 0 a 3 anos e suas famílias. O reconhecimento legal do dever do Estado e do direito da criança a ser atendida em creches e pré-escolas e a vinculação desse atendimento à área educacional, representam um avanço no que diz respeito à educação da criança dessa faixa etária.
A Constituição Brasileira de 1988, no seu artigo 208, estabelece: “o dever do estado com a educação será efetivado mediante garantia de (...)
atendimento em creche e pré-escola às crianças de 0 a 6 anos”.
O fato de a creche e a pré-escola serem incluídas no capítulo da educação evidencia o reconhecimento do caráter educativo dessas instituições.
Em 1990, as conquistas constitucionais são reafirmadas pelo Estatuto
da Criança e do Adolescente: “É dever do Estado assegurar (...) atendimento
em creches e pré-escolas às crianças de 0 a 6 anos de idade”.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996 explicita no
seu artigo 29 que a educação infantil é a primeira etapa da educação básica
e, no artigo 89 das Disposições Transitórias exige que regulamentações em
âmbito nacional, estadual e municipal sejam estabelecidas e cumpridas. Dessa
forma, a LDB estabeleceu um prazo até 23/12/1999 para que as creches e
pré-escolas fossem integradas aos sistemas de ensino.
Hoje, em 2002, as conquistas na legislação ainda trazem desafios
para sua efetivação, na medida em que convivemos com discursos e práticas
que evidenciam a perspectiva assistencialista que predominou na trajetória desse atendimento. Por outro lado, a busca por um trabalho realmente
educacional tem tomado como base, na maioria das vezes, o modelo tradicional
da escola, predominante no ensino fundamental, que está longe de se adequar
às especificidades da criança de 0 a 6 anos.

Quer ver artigo na integra?


portal.mec.gov.br


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Tema transversais.


 Temas Transversais
 A edução para a cidadania pressupõe que as questoes sociais
sejam motivo de reflexão e aprendizagem dos alunos.
 Temas como: Ètica, meio ambiente, pluralidade cultural,
saúde e orientação sexual foram eleitos como temas transversais.

 Trabalhando os temas transversais é possÌvel garantir a
interdisciplinaridade, transformar e incentivar uma visão
diferenciada do mundo, do homem e do conhecimento.

                     
                         O papel dos temas transversais é servir de lentes para quem ensina,
                         ou seja, aprender a analisar situações de forma mais critica.
                                                                                    (BARBOSA, 2007, p. 26)




segunda-feira, 16 de abril de 2012

DISCURSOS PEDAGÓGICOS E DIVERSIDADE CULTURAL



Discurso pedagógico, resumidamente, significa os tipos de discursos que os professores utilizam para promover a transmissão do saber.

O PAPEL DO PROFESSOR NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Uma das grandes preocupações dos professores, atualmente,
tem sido como ajudar seus alunos a se apropriarem da cultura acu-mulada pela humanidade, não por meio da memorização, mas de
maneira significativa e transformadora.
A finalidade do ensino é a transmissão e produção do saber,
porém, esta meta não poderá ser alcançada sem o entendimento de
um tipo de abordagem do processo educativo que desperta reflexões
sobre conceitos, intenções, ações e efeitos, sejam eles previstos ou
não previstos.
O professor, no seu papel de emissor do discurso pedagógico
;deve considerar as relações discursivas entre língua, ideologias e visões de mundo. É certo que uma prática discursiva depende da vontade do emissor, mas isto não é suficiente para que o conteúdo do
discurso seja aceito, acolhido e difundido.
A escola não é fechada aos conflitos, às diversidades e às contradições da sociedade. Considerando-se o “mosaico de culturas”
presente na escola, as propostas educativas são diversas, mas freqüentemente misturadas. Leite e Pacheco asseguram:É necessário ver as escolas como locais sociais contraditórios, marcados por luta e acomodação, e, simultaneamente, propiciadores de espa-
ço para o ensino, o conhecimento e práticas sociais emancipatórias.
Não se cogita, neste trabalho, abordar a problemática das políticas educacionais que parecem pretender padronizar o ensino do
ponto de vista de uma cultura-padrão com seus reflexos sobre o trabalho docente, constantemente constrangido pelos imperativos e
conveniências econômicas.
Com toda a razão, Hipólito e Vieira (2202, p. 280) afirmam que os professores são envolvidos nas contradições existentes nas lutas sociais e políticas de negação ou afirmação das culturas das minorias e de diferentes grupos étnico raciais, relacionadas com as classes sociais.

Maria Margarida de Andrade(UPM)


FRIEDMANN -Brincar: crescer e aprender.


A brincadeira é uma linguagem natural da criança e é importante que esteja presente na escola desde a educação infantil para que o aluno possa se colocar e se expressar através de atividades lúdicas – considerando-se como lúdicas as brincadeiras, os jogos, a música, a arte, a expressão corporal, ou seja, atividades que mantenham a espontaneidade das crianças.

“As brincadeiras são linguagens não verbais, nas quais a criança expressa e
passa mensagens, mostrando como ela interpreta e enxerga o mundo”

o professor, de maneira geral, não está preparado para lidar com a presença das brincadeiras
dentro da escola.
   Para ela a autora deste artigo diz que neste momento, o  processo de formação do educador não
oferece uma orientação pedagógica para essa consciência de que a criança precisa se
colocar no mundo através da linguagem dela. “A criança fala de forma mais espontânea, enquanto o professor tem muito medo de perder o controle. Ele acha que se não ensinar algo específico, não
controlará os estudantes. Mas as atividades lúdicas revelam e apoiam o desenvolvimento do aluno. O professor precisa tomar conhecimento disso e não exercer uma pressão que ignore a fase do faz-de-conta, do brincar e dançar.



Jogo e brincadeira
Brincar é mais importante até do que jogar, garante Adriana. “O jogo é mais estruturado, possui regras, limites, quadra, peças, tabuleiro.” Ela explica que,para as crianças, o jogo precisaria ser mais
espontâneo e físico. As propostas para utilização das brincadeiras e jogos na escola
precisam ser adequadas às faixas etárias e às séries dos alunos. “O bebê brinca e se apropria do mundo através dos sentidos dele. Com o olfato, o tato, audição, paladar e visão ele apreende
o que acontece no mundo. Depois, quando a criança começa a se expressar
pela fala, inicia-se o brincar simbólico, o faz-de-conta, o construir e o desconstruir.
A partir dos seis anos é que começam os jogos regrados e os alunos aprendem a
respeitar as regras do jogo; mais tarde, podem usar as atividades lúdicas até para
desenvolver as regras sociais.”


Dentro da escola
Na escola, Adriana acredita ser possível o professor se soltar e trabalhar os jogos como
forma de difundir os conteúdos. Para isso, são necessários três pontos fundamentais:
vivência, percepção e sentido, reflexão em cima da vivência. Ou seja, o educador
precisa selecionar situações importantes dentro da vivência em sala de aula;
perceber o que sentiu, como sentiu e de que forma isso
influencia o processo de aprendizagem; além de compreender que no vivenciar,
no brincar, a criança é mais espontânea. “Sem dúvida, os conteúdos podem ser trabalhados
com o uso do jogo.

Adriana Friedmann
Ver trabalho completo
www.formaremrede.org.br





Ludicidade na educação - citações.





O melhor método para aprender a ler e a escrever, 
É descobrir essas habilidades durante situações  de brinquedo.
(VYGOTSKY)




É preciso que as letras se tornem uma necessidade na
vida das crianças.
(VYGOTSKY)



Todo o jogo contem uma situação-problema
(objetivo) que poder· ser solucionada ou não pelo sujeito
(resultado do jogo), devendo este obedecer a um sistema de regras
que determinam os limites de sua ação
(MACEDO)


Sentimento de infância.


O sentimento de infância beneficiou primeiro meninos,
enquanto as meninas persistiram mais tempo no modo de vida
tradicional que as confundia com os adultos...
( ARIES, 1981, p.81)




O sentimento de infância presente na sociedade moderna, nem sempre recebeu esta importância. 
Aries (1981), através do estudo da iconografia da época, observou que a distinção entre o mundo do adulto e o mundo infantil foi algo que surgiu no final do século XVI e durante o século XVII.
Durante a idade média, inexistia um sentimento de infância e ainda menos de adolescência. Até o século XVIII a adolescência foi confundida com infância. A criança era vista como adulto em miniatura, logo que apresentava algum desenvolvimento misturava-se ao mundo dos adultos, participando das mesmas atividades como festas, jogos e brincadeiras.
É importante lembrar que nessa época a família não tinha função afetiva. A família na Idade Média ''era uma realidade moral e social, mais que sentimental". (Ariès, 1981, 67).
Acreditamos, portanto, que os estudos de Aries, foram de fundamental importância para que a infância fosse colocada na pauta das esferas acadêmicas e sociais, e que estes tenham sido, apesar das críticas ao método o maior dos méritos do autor.
www.webartigos.com




Crianças...


Toda criança é um artista ao seu modo. 
Precisamos oferecer muitas possibilidades, 
muitos materiais, muitas linguagens, pois  
possuir muitas linguagens significa ter 
muitas possibilidades para exprimir-se.            
                             (Malaguzzi,1990)

O Brincar na educação infantil.

Brincar é fundamental porque brincando a criança expressa necessidades e desenvolve potencialidades. O desafio, contido nas situações lúdicas, provoca o pensamento, exercita habilidades e leva a criança a alcançar níveis de desempenho que só as ações por motivação intrínseca conseguem.Brincando a criança aprende a engajar-se nas atividades gratuitamente, Sem visar recompensas ou temer punições. Os brinquedos são oportunidades oferecidas às crianças para que se tornem operativas.Mas o que é um bom brinquedo? - Bom brinquedo é aquele que convida a criança a brincar, seja por que responde às necessidades da etapa de desenvolvimento na qual ela se encontra, ou seja, por atender a algum apelo emocional.



www.brinquedoteca.org.br

sábado, 14 de abril de 2012

Dia internacional do livro infantil.

 Dia internacional do livro infantil.
 Foi escolhido o dia 18 de abril para homenagear um grande escritor brasileiro e este é o Monteiro Lobato, seu nome completo é José Bento Monteiro Lobato .
 Ele escreveu também para adultos e criou personagens famosos como a boneca
Emília.
 O Sitio do Pica-Pau amarelo é uma de sua maior obra literária.

Vamos fazer uma atividade diferente com as crianças?

1° Assista um DVD do Sitio do Pica-pau Amarelo com as crianças.
2° Faça uma atividade com perguntas sobre o vídeo assistido.
3° E passe este pequeno no texto contando sobre o dia internacional do livo infantil.

Segue dicas:

a) O dia nacional do livro infantil é comemorado
em.................................................................
b) Qual escritor brasileiro é homenageado neste dia?
......................................................................
c) Você jã assistiu o Sitio do Pica-Pau Amarelo, conhece a Emília a boneca de pano?
......................................................................
d) Vamos fazer um desenho bem bonito da Boneca Emília para homenagear seu autor?


PCN-TEXTO

“Cabe a escola viabilizar o acesso do aluno ao universo dos textos que circulam socialmente, ensinar a produzi-los e a interpretá-los. Isso inclui os textos das diferentes disciplinas, com os quais o aluno se defronta sistematicamente no cotidiano escolar e, mesmo assim, não consegue manejar, pois não há um trabalho planejado com essa finalidade”. (PCN, 1997, p.30) 

Língua materna.

As práticas pedagógicas de língua materna tem sido alvo de uma constante preocupação. Afinal, muitas são as dificuldades dos alunos no que diz respeito ao desenvolvimento da proficiência em leitura e compreensão de texto. No entanto, não podemos esquecer que é papel da escola como um todo tornar nossos alunos capazes de utilizar a linguagem como instrumento de aprendizagem, sabendo fazer uso de informações contidas nos textos, bem como conhecer e analisar criticamente os usos da língua como veículo de valores e preconceitos de classe, credo, gênero ou etnia. 




Hiliana Alves dos Santos 
Soraya Pedrosa B. B. da Silveira 

A leitura...

    A leitura e a escrita são pontes incontestáveis para que haja uma inclusão do indivíduo dentro da sociedade.    
   Tendo a escola à responsabilidade de sistematizar esses saberes, salienta-se que não é papel apenas do professor de língua portuguesa utilizar-se do texto para que haja uma aquisição significativa da linguagem.     
    Outras disciplinas do Ensino Fundamental deveriam utilizar textos concretizados através dos gêneros disponíveis na sociedade e tipos formando conjunto com fim comum: a inserção do aluno no mundo letrado.    
    Reconhecendo sua importância na sala de aula sugerimos que a utilização do texto aconteça com mais freqüência e que este uso possa articular-se coerentemente dentro de uma proposta interdisciplinar articulada entre as áreas de conhecimento. 


Hiliana Alves dos Santos 
Soraya Pedrosa B. B. da Silveira 

Trabalhando com texto.

As crianças adoram os clássicos portanto escolhi este.


A Cigarra e a Formiga.


Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou: 
- Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir! 
- Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno. 
Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer. 
Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha. 
A cigarra então aconselhou: 
- Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar! 
A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga. 
Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la se divertindo, olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa. 
A rainha das formigas falou então para a cigarra: 
- Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio. 
A cigarra nem ligou, fez uma reverência para rainha e comentou: 
- Hum!! O inverno ainda está longe, querida! 
Para cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Para que construir um abrigo? Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo. 
Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga. 
Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio. 
Puxou-a para dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa. 
Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra: - No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante para nós. 
Para cigarra e paras formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas. 

Atividade

Depois de apresentar o texto para os alunos peçam a eles que conte a história através de desenhos.
Eles iram fazer os desenhos do jeito que eles entenderam a história e objetivo da aula é  de trabalhar com a imaginação da criança e  observar o significado da história para eles.







Atividade-trabalhando com as vogais.


atividadespedagogicas.net

Atividade-2° série do ensino fundamental


                                   

                                                                     Descubra as palavras e escreva nos quadros:
 

www.pedagogia.com.br/verAtividades