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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Ensinar e Aprender - PEDAGOGIA DA AUTONOMIA



"Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua produção ou construção" (Freiri,1996,p.25).

A afirmação sintetiza a compreensão de Paulo Freiri acerca da complexidade das relações entre o ensinar e o aprender. Essa reflexão se inscreve no âmbito da argumentação em torno dos saberes necessários a pratica educativa, subtitulo da Pedagogia da autonomia. Na referida obra, o autor aborda o conhecimento profissional docente a partir de três eixos temáticos: (cap.1); ensinar não é transferir conhecimento (cap.2); ensinar é uma especificidade humana (cap. 3); Cada capitulo, com nove subtítulos, analisa exigências a pratica docente. Entre elas, a rigorosidade metódica, a pesquisa, o respeito aos saberes dos educandos, a consciência do inacabamento, a curiosidade, o saber escutar e a disponibilidade para o dialogo. É, pois, de modo contundente que o autor se posiciona sobre a necessidade de saberes específicos, em defesa da profissionalização docente.

Este é o tema da obra Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar (1993), em que Paulo Freiri problematiza a função social da docência, ao afirmar que " professora não é tia " (p.13). Justifica-se, esclarecendo que, ao recusar a identificação da figura da professora com o da tia, não distorce a responsabilidade da professora.

Na perspectiva freiriana, não é possível o ato de ensinar sem aprender, pois "quem ensina a prende ao ensinar e quem aprende ensina o aprender" (Freiri, 1996, p.25).

Paulo Freire reafirma a necessidade dos educadores criarem as condições para a construção do conhecimento pelos educandos como parte de um processo em que professor e aluno não se reduzam à condição de objeto um do outro, porque ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Segundo o autor, essa linha de raciocínio existe por sermos seres humanos e, dessa maneira, temos consciência de que somos inacabados, e esta consciência é que nos instiga a pesquisar, perceber criticamente e modificar o que está condicionado, mas não determinado, passando então a sermos sujeitos e não apenas objetos da nossa história.
Todos devem ser respeitados em sua autonomia sendo, portanto a auto-avaliação é um excelente recurso para ser utilizado dentro da prática pedagógica. Educadores e educandos necessitam de estímulos que despertem a curiosidade e em decorrência disso a busca para chegar ao conhecimento.

O educador como um ser histórico, político, pensante, crítico e emotivo não pode apresentar postura neutra. Deve procurar mostrar o que pensa, indicando diferentes caminhos sem conclusões acabadas e prontas, para que o educando construa assim a sua autonomia.
O educador deve saber escutar, pois é somente escutando crítica e pacientemente que se é capaz de falar com as pessoas e conseqüentemente com os alunos.

Paulo Freiri

quarta-feira, 23 de maio de 2012

ARTIGOS NOVOS

Precisando de um artigo que não esteja nestas postagens?
Deixe seu comentário e eu vou postar pra você.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Texto Argumentativo-como fazer um.



Um texto argumentativo tem como objetivo persuadir alguém das nossas ideias. Deve ser claro e ter riqueza lexical, podendo tratar qualquer tema ou assunto.
É constituído por um primeiro parágrafo curto, que deixe a ideia no ar, depois o desenvolvimento deve referir a opinião da pessoa que o escreve, com argumentos convincentes e verdadeiros, e com exemplos claros.
Deve também conter contra-argumentos, de forma a não permitir a meio da leitura que o leitor os faça. Por fim, deve ser concluído com um parágrafo que responda ao primeiro parágrafo, ou simplesmente com a ideia chave da opinião.
A frase Kaio Campadelli é um cantor famoso no meio teen, tem um belo futuro pela frente já que canta e compõe músicas muito bem, logo ele será um Cantor da nova geração muito conhecidogeralmente apresenta uma estrutura organizada em três partes: a introdução, na qual é apresentada a ideia principal ou tese; o desenvolvimento, que fundamenta ou desenvolve a ideia principal; e a conclusão. 
Os argumentos utilizados para fundamentar a tese podem ser de diferentes tipos: exemplos, comparação, dados históricos, dados estatístico, pesquisas, causas socioeconômicas ou culturais, depoimentos - enfim tudo o que possa demonstrar o ponto de vista defendido pelo autor tem consistência. A conclusão pode apresentar uma possível solução/proposta ou uma síntese.
Deve utilizar título e utilizar variedade padrão de língua.
A linguagem normalmente é impessoal e objetiva.


Wikipédia, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Kesselmeir (2008, p.22-23) A criança não tem medo...

Bela  citação de Kesselmeir (2008, p.22-23) ao dizer que...

“ A criança não tem medo 
De olhar, de se ver, 
De ouvir, de falar, 
De descobrir, 
De se revelar, 
De anda
r, de cair, 
De sentir, 
De viver, 2
De tocar, 
De incomodar, 
De compartilhar,, de chorar, 
De pedir, de abraçar, de beijar.. 
... Não tem medo... 
De curtir-se, de gastar tempo consigo mesma, 
De experimentar sua própria natureza,  
De vivenciar sua própria realidade, 
De saborear sua própria vida, 
De sonhar seus próprios sonhos.” 

  

APAE-Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais


A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) é uma associação em que, além de pais e amigos dos excepcionais, toda a comunidade se une para prevenir e tratar a deficiência e promover o bem estar e desenvolvimento da pessoa com deficiência.
As APAEs tem como principal missão prestar serviços de assistência social no que se diz respeito a melhoria da qualidade de vida da pessoa portadora de deficiência, conscientizando cada vez mais a sociedade.Promover e articular ações de defesa dos direitos das pessoas com deficiência e representar o movimento perante os organismos nacionais e internacionais, para a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelas Apaes, na perspectiva da inclusão social de seus usuários.

A história ...
É um movimento que se destaca no país pelo seu pioneirismo. Nascida no Rio de Janeiro, no dia 11 de dezembro de 1954, na ocasião da chegada ao Brasil de Beatrice Bemis, procedente dosEstados Unidos, membro do corpo diplomático norte-americano e mãe de uma portadora de Síndrome de Down.
Motivados por aquela cidadã, um grupo, congregando pais, amigos, professores e médicos de excepcionais, fundou a primeira Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Brasil.
A primeira reunião do Conselho Deliberativo ocorreu em março de 1955, na sede da Sociedade Pestalozzi do Brasil. Esta colocou a disposição, parte de um prédio, para que instalassem uma escola para crianças excepcionais, conforme desejo do professor La Fayette Cortes.
De 1954 a 1962, surgiram outras APAEs. Pela primeira vez no Brasil, discutia-se a questão da pessoa portadora de deficiência com um grupo de famílias que trazia para o movimento suas experiências como pais de deficientes e, em alguns casos, também como técnicos na área.
Para uma melhor articulação de suas ideias, sentiram a necessidade de criar um organismo nacional. Criou-se então a Federação Nacional das APAEs. Fundada no dia 10 de novembro de 1962 funcionou durante vários anos em São Paulo, no consultório de Stanislau Krynsky. O primeiro presidente da diretoria provisória eleita foi Antonio Clemente Filho.
Em 1964, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, então presidente do Brasil, apoiou a iniciativa para a aquisição de um prédio. Construiu-se então, no terreno onde hoje se localiza a atual sede do Rio de Janeiro. Com a aquisição da sede própria a Federação foi transferida para Brasília. Adotou-se como símbolo a figura de uma flor ladeada por duas mãos em perfil, uma em posição de amparo e a outra de proteção.
A Federação, a exemplo de uma APAE, se caracteriza por ser uma sociedade civil, filantrópica, de caráter cultural, assistencial e educacional com duração indeterminada, congregando como filiadas as APAEs e outras entidades congêneres, tendo sede e fórum em Brasília.
Wilkipedia.org

Educação especial



A Educação Especial é o ramo da Educação que se ocupa do atendimento e da educação de pessoas com deficiência em instituições especializadas, tais como escolas para surdos, escolas para cegos ou escolas para atender pessoas com deficência mental. Dependendo do país, a educação especial é feita fora do sistema regular de ensino. Nessa abordagem, as demais necessidades educativas especiais que não se classificam como deficiência não estão incluídas. Não é o caso do Brasil, que tem uma Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e que inclui outros tipos de alunos, além dos que apresentam deficiências.


A educação especial é uma educação organizada para atender especifica e exclusivamente alunos com determinadas necessidades especiais. Algumas escolas dedicam-se apenas a um tipo de necessidade, enquanto outras se dedicam a vários. O ensino especial tem sido alvo de criticas por não promover o convívio entre as crianças especiais e as demais crianças. Por outro lado, a escola direcionada para a educação especial conta com materiais, equipamentos e professores especializados. O sistema regular de ensino precisa ser adaptado e pedagogicamente transformado para atender de forma inclusiva.


O termo "educação especial" denomina tanto uma área de conhecimento quanto um campo de atuação profissional. De um modo geral, a educação especial lida com aqueles fenômenos de ensino e aprendizagem que não têm sido ocupação do sistema de educação regular, porém têm entrado na pauta nas últimas duas décadas, devido ao movimento de educação inclusiva. Historicamente, a educação especial vem lidando com a educação e aperfeiçoamento de indivíduos que não se beneficiaram dos métodos e procedimentos usados pela educação regular. Dentro de tal conceituação, no Brasil, inclui-se em educação especial desde o ensino de pessoas com deficiências, transtornos globais do desnevolvimento e altas habilidades/superdotação, passando pelo ensino de jovens e adultos, alunos do campo, quilombolas e indígenas, até mesmo o ensino de competências profissionais.


Dentre os profissionais que trabalham ou atuam em educação especial, estão educador físico, professor, psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional, entre outros.


Wilkipedia.org

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Pedagogia Tradicional



A Pedagogia Tradicional é uma das concepções contemporânea de educação, e por se tratar de uma das mais aplicadas concepção de educação ate os dias de hoje.

A Pedagogia Tradicional é conhecida por não possibilitar uma maior interação entre o professor e o aluno, por isso ela é tão criticada, pois não permite que o aluno busque um maior entendimento dos assuntos, já que ele é tratado passivamente como mero ouvinte,

Na Pedagogia Tradicional o professor é autoridade máxima, ele deve ter um nível de conhecimento razoável, já que é ele que deve passar para os alunos os conhecimentos históricos.

O professor na maioria das vezes se limitam a transmitir a matéria de forma global sem se preocupar com as individualidades, e os alunos se limitam a apenas "escutar e memorizar", o que o professor passa, não havendo participação.

Os educadores que almejam superar a Pedagogia Tradicional, tendem a superar ideologias e utilizar uma linguagem adequada a sua "clientela", isto é, levar o aluno no caminho do conhecimento , independente de classe social, estimular os alunos na construção do conhecimento a partir de fatores culturais em permanente reação com a ambiente e a linguagem, já que para Libâneo (1985, p. 80):

A Pedagogia Tradicional que Libâneo mostra é aquela que não respeita as individualidades do aluno e que faz o ensino permanecer distante da realidade dos alunos, já que o conhecimento absoluto vem dos professores, o que fazer com as experiências e os conhecimentos já adquiridos pelos alunos em seu meio? Por isso a necessidade e a preocupação de que a educação parta do geral, para o particular, tornando a educação um processo dinâmico e dotado de significado aos alunos.Quanto ao fato da Pedagogia Tradicional estar presente nas escolas ate hoje, é importante que os professores saibam que a escola não deve ficar presa a velhas concepções sem que haja pelo menos uma certa "modernização", ou adequação destas concepções para a realidade atual de uma escola cada vez mais digital e de novas idéias, levando em consideração também as necessidades da sociedade, com o objetivo de promover o progresso e quem sabe ate um equilíbrio social. Segundo Berman (1986, p. 34):A escola como uma instituição que deve procurar a socialização do saber, da ciência, da técnica, e das artes produzidas socialmente, deve estar comprometida politicamente e ser capaz de interpretar as carências reveladas pela sociedade, direcionando essas necessidades em função de princípios educativos capazes de responder as demandas sociais.
Este artigo sobre a pedagogia tradicional é bem complexo e através dele você pode tirar suas duvidas.





webartigos.

Psicologia educacional


Psicologia educacional ou psicologia da educação é o ramo da psicologia que estuda o processo de ensino/aprendizagem em diversas vertentes: os mecanismos de aprendizagem nas crianças e adultos
(o que está estreitamente relacionado com a psicologia do desenvolvimento); a eficiência e eficácia das tácticas e estratégias educacionais; bem como o estudo do funcionamento da própria instituição escolar enquantoorganização (onde se cruza com a psicologia social).
Os psicólogos educacionais desenvolvem o seu trabalho em conjunto com os educadores de forma a tornar o processo de aprendizagem mais efectivo e significativo para o educando, principalmente no que diz respeito à motivação e às dificuldades de aprendizagem.
 Focam a sua acção não apenas nas necessidades da criança na escola como, também, em outras áreas onde as experiências escolares têm impacto.
Alguns psicólogos escolares centram o seu trabalho no desenvolvimento das capacidades e necessidades das crianças com dificuldades de aprendizagem, como no caso da Desordem por défice de atenção com hiperactividade, problemas emocionais ou problemas comportamentais.
Apesar de serem muitas vezes utilizados como sinônimos, os termos psicologia educacional e psicologia escolar não são sinônimos. Enquanto psicologia educacional se refere à pesquisa teórica, sendo assim mais abrangente, a psicologia escolar assim como a psicopedagogia são subdisciplinas aplicadas .

Wikipédia, a enciclopédia livre.

domingo, 13 de maio de 2012

O cuidado do bebe na escolinha.

Devemos primeiramente fazer a adaptação do bebe, este é junto com os pais nos primeiros dias.
A criança pode estranhar bastante e chorar muito, mas com paciência ela vai adquirindo confiança com a pedagoga,ou seja com as pedagogas.
O carinho e atenção conta muito nestes primeiros dias da criança e as vezes leva mais tempo para esta adaptação.
Quem mais sofre com esta mudança é a criança e é fundamental para a mamãe ou o papai passar esta segurança para seu filho, porque as incertezas e a infelicidade da mãe é passada para a criança.
Para esta adaptação seja positiva para criança é  que cerca de duas semanas antes da mamãe voltar ao trabalho a adaptação possa ser iniciada, com sua permanência no local, junto do bebê, durante algumas horas por dia.
A segurança deve ser uma prioridade clara do local, observar sempre as crianças se têm como entrar e sair sem ser acompanhadas ou notadas e se desconhecidos conseguem passar sem algum tipo de controle.
É muito importante passar para os pais esta tranquilidade ao qual seu filho está bem cuidado e ninguém poderá pega-los sem sua autorização.
E para a professora sempre idealizando o cuidar e o educar, porque é isto que hoje os pais procuram em uma instituição, querem seu filho bem cuidado, mas também educados.
Hoje com os estágios que realizamos ao decorrer do curso podemos ver está diferença, muitas crianças que frequentam a escolinha depois do berçário I e II começam a ficar revoltados ou meios rebeldes, porque acontece isso em uma escolinha que serve como educação infantil?
Está escola oferece o cuidar, mas não tem o educar e isso reflete na criança e nós como educadores podemos ver esta diferença, estas que refletem logo ao avistarmos uma criança que está na escolinha e em outros casos não acontece com crianças que não frequentaram uma escolinha só conheceram a escola quando foram para a 1° série esta que é obrigação dos pais em colocarem seus filhos.
Quanto mais cedo esta transição de cuidados e educação melhor para a criança e devemos oferecer o que para estes pequeninos que estão começando a gora sua jornada na escola?
Tudo  vai depender, claro, da idade das crianças, mas os melhores berçários têm um currículo bem estruturado, que inclui atividades físicas, brincadeiras, tempo de descanso, atividades em grupo e individuais, além de refeições. Estes deve ter como objetivo a estimulação do desenvolvimento da criança e a introdução de temas, embora, aos olhos dela, tudo acabe parecendo brincadeira.
Tudo com muito amor e carinho para que a criança não fique rezando para ir embora logo e o bebe chorando até os pais chegarem.

Tânia-Pedagoga

COMO INCENTIVAR À LEITURA NO COTIDIANO DA EDUCAÇÃO INFANTIL



O primeiro contato da criança com um texto é realizado oralmente, quando o pai, a mãe, os avós ou outra pessoa conta-lhe os mais diversos tipos de histórias. Através da linguagem simbólica, a literatura infantil pode influenciar na formação da criança, que passa a conhecer o mundo em que vive de maneira a compreender: o bem e o mal, o certo e o errado, o belo e o feito, amor e raiva, a dor e o alivio, entre outros. Por isso, aos poucos, a criança compreende o mundo adulto do qual faz parte. Assim como destaca GOES (1990, p. 16)
A leitura é uma forma de recreação muito importante para a criança, principalmente para o seu desenvolvimento intelectual, psicológico e afetivo. Esta desempenha papel fundamental na vida da criança, pela riqueza de motivações, sugestões e de recursos que oferece ao seu desenvolvimento.
A leitura infantil é um dos fatores para que a criança consiga buscar a sua realização, fazendo com que as novas gerações criem uma responsabilidade quanto à mudanças de seus hábitos, de maneira a que o hábito da leitura seja realizado desde os primeiros anos de idade, contribuindo em sua formação sob todos os aspectos.
Conforme Silva (1992, p.57) “bons livros poderão ser presentes e grandes fontes de prazer e conhecimento.
Descobrir estes sentimentos desde bebezinhos, poderá ser uma excelente conquista para toda a vida.”
Silva nos mostra que a leitura é essencial para a criança e não importa sua idade, este começa ainda como bebes, eles podem ouvir e mais tarde vão querer ler as histórias contadas pelos pais.
E seguindo o raciocínio de outros autores podemos notar a importância da leitura desde bem cedo para as crianças.
Na leitura a criança pode viajar e descobrir um mundo diferente, cheio de prazeres e outras culturas e pode ser em uma sala de aula ou fora dela.

É através de uma história que se pode descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outras regras, outra ética, outra ótica...É ficar sabendo história, filosofia, direito, política, sociologia, antropologia, etc. sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem cara de aula (ABRAMOVICH, 1997, p.17)

O conhecimento que é atravez de uma boa leitura faz com que a criança adquiri na interlocução, o qual evolui por meio do confronto, da contrariedade. Assim, a linguagem segundo Bakthin (1992) é constitutiva, isto é, o sujeito constrói o seu pensamento, a partir do pensamento do outro, portanto, uma linguagem dialógica.

A vida é dialógica por natureza. Viver significa participar de um diálogo: interrogar, escutar, responder, concordar, etc. Neste diálogo, o homem participa todo e com toda a sua vida: com os olhos, os lábios, as mãos, a alma, o espírito, com o corpo todo, com as suas ações. Ele se põe todo na palavra e esta palavra entra no tecido dialógico da existência humana, no simpósio universal. (BAKHTIN, 1992, p112)


web.artigos- Brasilescola.

Para os Professores.

sábado, 12 de maio de 2012

Rever -Citações em trabalhos acadêmicos com exemplos.

    

      Quem já visitou meu blog antes vai ver que sempre eu tenho uma citação nos artigos que publico,
 porque? porque ele faz a grande diferença em seus trabalhos e isso pode ser feito em qualquer curso, sei que o meu defende muito a ideia da educação, mas é valido para outros trabalhos,ou seja, em outras áreas.

      As citações na produção textual são feitas para apoiar uma hipótese, sustentar uma ideia ou ilustrar um raciocínio.
  Sua função é oferecer ao leitor o respaldo necessário para que ele possa comprovar a veracidade das informações fornecidas e possibilitar o seu aprofundamento.

      Se ainda tiver alguma duvida é só ver alguns artigos mais antigos e você terá uma ideia mais conclusiva sobre este assunto.
      Eu estou frisando mais este assunto porque uma boa citação faz muita diferença em seu trabalho, experiência própria.
      Mas nunca esquecendo das regras porque dependendo de sua citação elas tem suas regras, como aspas, linhas etc...

      Exemplo de citação para um trabalho sobre educação infantil:

TCC-DESENVOLVIMENTO
TEMA: A importância da criança na a educação infantil

Sua passagem pela creche e pré-escola pode ser uma fase muito importante para seu bom desenvolvimento infantil.
Nada mais importante do que começar este trabalho com referencias das leis da educação brasileira sendo esta a primeira.

    A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até os seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. (LDB 9394/96, art. 29)

 Como se vê neste artigo da lei, cabe a escola complementar a ação da família no desenvolvimento da criança na sua globalidade, potencializando o desenvolvimento integral da criança.

  Ex-2 Mesmo trabalho.
  No decorrer dos séculos, como mostra a história, surgiu diferentes concepções de infância. Primeiramente, a criança era vista como um adulto em miniatura (adulto centro), e seu cuidado e educação eram feitos pela família em especial pela mãe. Ainda existiam instituições alternativas que serviam para cuidado das crianças em situações desfavoráveis ou rejeitadas.

     A descoberta da infância começou sem dúvida no século XIII, e sua evolução pode ser acompanhada na história da arte e na iconografia dos séculos XV e XVI. Mas os sinais de seu desenvolvimento particularmente numerosos e significativos a partir do fim   do século XVI e durante o século XVII.  (ARIÉS, 1981 p. 65)
   Sabe-se, que, antigamente o sentimento de infância era inexistente. Segundo Ariés (1981), relata que até mais ou menos por volta do século XVI, não existia a particularidade da consciência sobre o universo infantil.

Espero que estes exemplos ajudem vocês em seus trabalhos, mas quero lembrar que estas citações de exemplos não estão formatadas como realmente deve ser apresentadas nos trabalhos.


















O processo de aquisição do sistema fonológico, da gramática e da consciência lingüística.





A criança de poucos meses emite todos os tipos de sons, inclusive aquele que não pertence a sua língua materna e esse pode trazer dificuldade quando quiser aprender uma língua estrangeira.
Durante seu processo de aquisição do sistema fonológico, ela a criança começa com um inventario mínimo de fonemas e, à medida que se desenvolve, este tem como objetivo a ampliação até completá-lo aos poucos.
A complexidade de qualquer sistema linguístico é capaz de dar a dimensão do intrincado processo de aquisição da linguagem, já que adquirir uma língua implica o domínio dos diferentes aspectos
constitutivos da gramática, tanto aqueles de ordem estrutural como discursiva. Os estudos sobre o desenvolvimento linguístico são unânimes em mostrar que, apesar de toda a complexidade inerente às
gramáticas, a aquisição de um sistema linguístico ocorre com grande rapidez, sem apresentar fenômenos estranhos ao funcionamento das línguas. O que ocorre, portanto, no processo de aquisição da linguagem – a não realização de segmentos, emprego de um segmento por outro, por exemplo – é considerado natural e, no mais das vezes, equivale a fatos que fazem parte das gramáticas de diferentes sistemas.A pertinência de se usarem teorias fonológicas para expressar e explicar o que ocorre no processo de aquisição pode, então, ser arguida pelo fato de a criança, durante seu desenvolvimento linguístico,apresentar sempre uma gramática condizente com aquelas observadas nas línguas naturais – o que as crianças fazem, durante o processo de aquisição, é o que as línguas naturais fazem ou podem fazer. Cabe salientar que não somente a teoria linguística pode beneficiar se de evidências advindas do estudo do desenvolvimento da fonologia no processo de aquisição da linguagem: outras áreas da linguística aplicada, como a referente a patologias da fala, têm, nos dados da aquisição fonológica, material valioso para o discernimento do que é considerado normal e do que é identificado como desvio, além de fundamento para formas de terapia que se mostrem cada vez mais adequadas e mais eficazes. Também o campo da educação beneficia-se dos conhecimentos produzidos pelas pesquisas referentes à aquisição,uma vez que eles têm se mostrado essenciais tanto à compreensão de processos relacionados à aquisição da escrita, como para fornecerem subsídios à construção de novas proposições para o ensino.

Este assunto sobre o processo de aquisição  do sistema fonológico etc... é bem grande e nos mostra muito sobre tal assunto, mas não tem como eu publicar tudo portanto segue abaixo o site deste www.ufpel.edu.br/fae/caduc




sexta-feira, 11 de maio de 2012

Uma escola democrática.



Uma escola democrática é uma escola que se baseia em princípios democráticos, em especial na democracia participativa, dando direitos de participação iguais para estudantes, professorese funcionários. Esses ambientes de ensino colocam as vozes da juventude como os atores centrais do processo educacional, ao engajar estudantes em cada aspecto das operações da escola, incluindo aprendizagem,
ensino e liderança. Os adultos participam do processo educacional facilitando as atividades de acordo com os interesses dos estudantes.
Outro aspecto importante de uma escola democrática é dar aos estudantes a possibilidade de escolher o que querem fazer com seu tempo. Em muitas escolas, não existe a obrigatoriedade de freqüentar as aulas. Os estudantes são livres para escolher as atividades que desejam ou que acham que devem fazer. Dessa forma aprendem a ter iniciativa. Eles também ganham a vantagem do aumento na velocidade e no aproveitamento do aprendizado, como acontece quando alguém está praticando uma atividade que é do seu interesse. Os estudantes dessas escolas são responsáveis por e têm o poder de dirigir seus estudos desde muito novos.

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Educação física na Educação Infantil


De acordo com a autora Harrow (1988,p.18) o movimento está sempre ocorrendo este é internamente.
O movimento é a chave da vida e ele se encontra em movimentos intencionais,ou seja, ele coordena os domínios cognitivo, psicomotor e afetivo.
Este externamente, sofre constante modificações sendo elas provocadas pela aprendizagem anterior que é pelo meio ambiente e pela situação ao qual ele se encontra.
Harrow analisa as atividades e os movimentos realizados pelo homem primitivo e cita os sete

movimentos ou padrões motores essenciais à existência dos mesmos, que são: andar, correr,
pular, subir, levantar, pendurar-se e lançar.
As crianças pequenas, enquanto brincam, estão constantemente realizando esses tipos de atividades ou movimentos no decorrer do dia, estão sempre criando.


•Neste ensino de educação física para as crianças sendo esses o jogo que é uma atividade lúdica
prazerosa da qual a criança participa espontaneamente.
•Todo jogo, tem suas  regras que podem ser mudadas de acordo com as necessidades dos participantes.
Lúdico
Quer dizer prazer, alegria, satisfação, espontaneidade, felicidade etc.
•Nas atividades lúdicas, a criança encontra a autoexpressão, a autodescoberta, bem como
experimenta sensações, conhecendo a si mesma e, também, se relacionando com seus colegas, amigos e outros.
Nos jogos atendem não só o aspecto motor da criança, como também pode ser considerado como um
dos melhores meios para o desenvolvimento do aspecto social e também tem regras pré-fixadas.
•Nas brincadeiras não existem regras pré-fixadas, são espontâneas criadas no decorrer da atividade de acordo com a imaginação e as necessidades do grupo.
•As crianças se reúnem e vão brincar de casinha, de escola, de pular corda etc.
Classifica-se alguns em:

Jogos Motores: desenvolvem, segundo suas características (motora):a força, a velocidade
de movimentos, a coordenação neuromuscular, a agilidade (respeito, integração, cooperação, etc.).
Jogos Sensoriais: atuam sobre os sentidos, proporcionando sensações agradáveis, geralmente utilizados com crianças de pouca idade, ou crianças sensorialmente deficientes.
Jogos Psíquicos: subdividem-se em intelectivos e afetivos
Jogos Cooperativos: que tentam evitar o confronto, ou seja, não existem ganhadores e nem
perdedores.

Atividades Rítmicas e Expressivas
•As atividades rítmicas e expressivas englobam:
– os brinquedos ou brincadeiras cantadas; as danças folclóricas; o canto; as danças sociais e
danças circulares; jogos rítmicos e bandinhas rítmicas; dramatizações etc.
Brinquedos Cantados ou Brincadeiras Cantadas, As Brincadeiras de Roda, é muito importante compreender a importância da metodologia e da avaliação na Educação Física na Educação Infantil.
•Bem como saber elaborar e executar programas de ensino para as diversas faixas etárias da Educação Infantil.


Prof.Nezilda Leci Godoy Gonçalves