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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Regras para fazer seu trabalho.

ESTE É SÓ UM RESUMO.
Identificação
Titulo e subtítulos
 Autoria, Resumo (em algumas vezes opcionais),Palavras-chave.


Introdução
A introdução deve delimitar o assunto. Dificilmente se poderá dizer tudo sobre algum objeto de estudo.
Desenvolvimento
Trata-se do relatório da pesquisa, propriamente dito.
Conclusão
A Conclusão deve fornecer um resumo avaliativo das principais implicações da pesquisa elaborada.
FORMATAÇÃO
 Margens
As folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.
Paragrafo
justificativa , primeira linha espaço 1,5
Numeração das páginas
A partir da capa, mas o numero começa aparecer na introdução.
A citação 
As citações diretas, no texto de até três linhas devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação.
Referência
Todo autor,obra ou sites devem ser citados. 
ex. SOUZA, Maria Antonia. Educação de Jovens e Adultos.Curitiba: Ibpex, 2007.
DEPARTAMENTO, de Educação de Jovens e Adultos.
http://www.pr.gov.br/deja/parcerias. ( quando for da internet informe o site ou URL)








Como fazer uma pesquisa.


O PROJETO DE PESQUISA

Segundo Minayo (1999), Ao elaborar um projeto de pesquisao   
pesquisador estará lidando com, no mínimo, três dimensões:





- Técnica: regras científicas para a construção do projeto;
- Ideológica: relaciona-se às escolhas do pesquisador, sempre tendo em vista o  momento histórico;
- Científica: ultrapassa o senso comum através do método científico.

DEFINIÇÃO DO ASSUNTO
Tema

A escolha de um tema representa uma delimitação de um campo de estudo no interior de uma grande área de conhecimento, sobre o qual se pretende debruçar. É necessário construir um objeto de pesquisa, ou seja, selecionar uma fração da realidade a partir do referencial teórico-metodológico escolhido (BARRETO; HONORATO, 1998, p. 62).

PROBLEMATIZAÇÃO
O pesquisador deve contextualizar de forma sucinta o tema de sua pesquisa. Contextualizar significa abordar o tema de forma a identificar a situação ou o contexto no qual o problema a seguir será inserido. Essa é uma forma de introduzir o leitor no tema em que se encontra o problema, permitindo uma visualização situacional da questão (OLIVEIRA, 2002, p. 169).
OBJETIVOS
Indicam o que se pretende conhecer, ou medir, ou provar no decorrer da pesquisa, ou seja, as metas que se deseja alcançar. Podem ser gerais e específicos. 
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A fundamentação teórica é importantíssima porque favorecerá a definição de contornos mais precisos da problemática a ser estudada.
De acordo com Barreto e Honorato (1998), considera-se como básica em um projeto de pesquisa uma reflexão breve acerca dos fundamentos teóricos do pesquisador e um balanço crítico da bibliografia diretamente relacionada com a pesquisa, compondo aquilo que comumente é chamado de quadro teórico ou balanço atual das artes.
Neste item o pesquisador deve apresentar ao leitor as teorias principais que se relacionam com o tema da pesquisa. Cabe à revisão da literatura, a definição de termos e de conceitos essenciais para o trabalho.

REFERÊNCIAS-modelo
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 8. ed.  Petrópolis: Vozes, 1999.


www.google.com




terça-feira, 1 de maio de 2012

Pedagogia do amor...

  Na pedagogia do amor as aulas são só de carinho, ternura e atenção e com disciplinas adicionais como a paciência, tranquilidade e vontade.
  Com muita responsabilidade e sempre com disposição, disposição de brincar, educar e cuidar.
  Crianças de o a 6 anos tudo na base do amor com uma pitadinha de educação este com conteúdos adequados para cada idade, com os grandinhos pular corda , pular amarelinha e não deixar pular as letrinhas.
  Com os pequeninos andar de balanço, em gatinhar,  fazer barulhinhos que lhes dão prazer e nestes sons,  chamando sua atenção.
   Quando chorar é só para trocar as fraldinhas e nesta hora vem a hora do carinho tudo bem de mansinho.
   Como é bom trabalhar com as crianças que são anjinhos e as vezes só querem um colinho, este com vontade de abraçar e ser por eles abraçados.
    Dar um beijinho estalado ou molhado não importa se vai ficar por eles todo babados, ganhar uma mordida daquele que está apenas começando sua dentição que só aparece quando abre aquele bocão.
    Fazer careta para chamar sua atenção, dizer mamãe pela primeira vez mesmo  não sendo você sua mamãe, mas a emoção é a mesma porque você tem coração.
    Não importa se é menina ou menino, seja ela de qualquer cor , o objetivo é cuidar de todos com muita paz e amor.
    
   


    Tânia

Educação e você.

domingo, 29 de abril de 2012

Tecnologia em sala de aula.


l
Atividade  diferente para sala de aula


Você sabe quando surgiu os computadores?
Mexe todos os dias em um , mas nem sabe da onde ele veio.
lPode ser abordado como um tema principal em uma aula usando a tecnologia para saber da onde ela veio.
lNeste contexto o aluno e o professor vão trabalhar juntos, o professor vai descobrir para que serve esta tecnologia ( o computador) e o aluno que já sabe para que serve vai descobrir o valor dela.

O ensino de Ciências nos anos iniciais.

Considerando que a Ciência e a Tecnologia desempenham um papel importante na escola elementar, em1983, a UNESCO apresentou algumas justificativas para a inclusão desses temas nos currículos escolares, sendo que algumas delas propõem que o ensino de Ciências, pode ajudar o aluno a pensar de maneira lógica sobre os fatos cotidianos e a resolver problemas práticos simples. As ciências e a tecnologia são atividades socialmente úteis, que esperamos sejam familiares às crianças. Dado que o mundo tende a orientar-se cada vez mais num sentido científico e tecnológico, desta forma é importante que os futuros cidadãos se preparem para viver nele. (UNESCO apud HARLEN, 1994, p. 28-29).

Segundo Fracalanza (1986 pp. 26-27),

O ensino de ciências nos anos iniciais, entre outros aspectos, deve contribuir para o domínio das técnicas de leitura e escrita; permitir o aprendizado dos conceitos básicos das ciências naturais e da aplicação dos princípios aprendidos a situações práticas; possibilitar a compreensão das relações entre a ciência e a sociedade e dos mecanismos de produção e apropriação dos conhecimentos científicos e tecnológicos; garantir a transmissão e a sistematização dos saberes e da cultura regional e local.

Ainda de acordo com Fracalanza (1986), O ensino de Ciências nos Anos Iniciais deve propiciar a todos os alunos, futuros cidadãos, os conhecimentos e oportunidades de desenvolvimento de capacidades necessárias para se orientarem nesta sociedade complexa, compreendendo o que se passa a sua volta, aprendendo a tomar posição diante das situações. Ademais, é no âmbito dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, que a criança aprimora, constrói e reconstrói seus conceitos e apreende de modo significativo sobre o ambiente que a rodeia, através da apropriação e compreensão dos significados apresentados no processo de ensino das Ciências Naturais.

FRANCALANZA, Hilário. O Ensino de Ciências no Primeiro Grau. São Paulo: Atual, 1986.
HARLEN, Wynne. Ensino e Aprendizagem das Ciências. Madri/Esp. Norata, 1989.
 BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais.Brasília, 1997.



Educação infantil começa na creche.


É nos primeiros anos de vida que se definem o potencial de aprendizado, a estabilidade emocional, valores e diversas habilidades. Vários estudos mostram que quanto mais cedo à criança começa a freqüentar a escola, maior a possibilidade de que tenha um bom futuro.
 A creche e a pré-escola também colaboram com as mães: com o filho na escola desde cedo, elas podem trabalhar e garantir um aumento de renda (além de que, muitas vezes, a mãe é solteira e, portanto, a única fonte de renda da família).
O momento da inserção da criança nas creches às vezes é dolorido para os pais e para as crianças esta separação no começo é difícil, mas ao longo do tempo traz muitas compensações por isso é importante a inserção também dos pais na instituição a fim de compartilhar este novo processo juntos.
Através dos estágios supervisionados na educação infantil surgiu a idéia deste tema que nos dias de hoje beneficiam muitos os pais e as crianças.Em decorrência da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, a Declaração Universal dos Direitos da Criança - aprovada pela Assembléia Geral da ONU em 20 de novembro de 1959, no “Direito à educação gratuita e ao lazer infantil - Princípio VII”, a criança é contemplada como ator social pleno, sujeito de direitos, ou seja, cidadã:

            A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares. A criança tem direito a uma educação que favoreça sua cultura geral e lhe permita – em condições de igualdade de oportunidade – desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de responsabilidade social e moral, chegando a ser um membro útil à sociedade. O interesse superior da criança deverá ser o interesse diretor daqueles que têm a responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade incumbe, em primeira instância, a seus pais.
         A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras, os quais deverão estar dirigidos para a educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito.

          Para a sociedade um direito e para muitos pais uma necessidade porque podem trabalhar com tranqüilidade e seus filhos têm o cuidar e o educar.


Tânia

Introdução de um trabalho de estágio.


INTRODUÇÃO

 Este trabalho tem como objetivo de analisar situações rotineiras de uma escolinha de educação infantil sendo que esse se refere à educação de crianças de 4 a 6 anos.
Observar a instituição na finalidade de como são a participação das aulas e a poder aplicar parcialmente ou integralmente um plano de estágio se a escola assim permitir.
Como a escola organiza a entrada e saída, a alimentação, higiene e o descanso dessas crianças como são.
Na prática educativa com suas aulas como estas são organizadas ou planejadas. Analisar a linguagem oral e escrita, atividades coletivas e as atividades individuais.
Desenvolver uma proposta de trabalho ao qual a instituição esteja de acordo em um determinado aspecto de sua realidade escolar, sendo este reorganizado ou criado.
Assim com uma boa analise ou pesquisas podem-se identificar alguma coisa para ser elaborada e apresentada para a direção da escola a fim de contribuir com a pratica da criança ou da escola.
O estágio é importante porque tem o privilégio de mostrar o dia a dia de uma escolinha entre outros tais como sua elaboração e organização.
Contribui com um passo importante para uma boa realização de pesquisa e reflexão sobre os dados assim coletados.

Tãnia








Introdução-trabalho do EJA.

INTRODUÇÃO
 Este trabalho tem como objetivo contemplar e analisar o ensino de jovens e adultos, o EJA. Na teoria e na pratica justificando a importância deste estágio para uma boa formação e capacitação profissional. Gostaria de salientar que a alfabetização e educação são direito a todo cidadão brasileiro e que todos tem direito a escola publica sendo ela adequada a sua realidade. E hoje para quem quer concluir seus estudos o EJA pode proporcionar este resgate de valores e aumentar sua auto-estima. Através da pesquisa aprendemos a pensar coletivamente e podemos debater e construir argumentos para nossa teoria. “Como já disse Paulo Freire, “ensinar exige pesquisa” e “ensinar exige paciência”“, por isso à pesquisa é fundamental neste trabalho com paciência e responsabilidade. Neste trabalho cabe a nós futuro educador uma responsabilidade investigativa para atingir nossos objetivos em relação à educação no Brasil e na nossa sociedade. Valorizando cada novo aprendizado, buscando compreender um pouco da trajetória do EJA no Bra¬sil, da legislação educacional e das diretrizes curriculares para essa modalidade de ensino no âmbito das políticas públicas entre outros. Verificando as tendências teóricas e as práticas pedagógicas na escola ao qual tem o EJA e na formação dos profissionais. Com a educação de jovens e adultos todos podem terminar seus estudos estes podem ser pagos ou ofertados pelo governo. E nós como futuros educadores, temos a oportunidade de poder promover esta educação ao qual para muitos faltam bem pouco. Através desta pesquisa e analise podemos chegar a um denominador, ou seja, a resultados positivos quanto a este trabalho especifico o EJA. Ao longo deste trabalho será apresentada a instituição, quem são seus alunos, horários e sua proposta pedagógica. Quais são seus objetivos e a formação de tais profissionais envolvidos neste projeto.

Tânia

sábado, 28 de abril de 2012

Educação escolanovista


O escolanovismo desenvolveu-se no Brasil no momento em que o país sofria importantes mudanças econômicas, políticas e sociais. 
O escolanovismo brasileiro está ligado a certas concepções de John Dewey, que acredita ser a educação o único meio realmente efetivo para a construção de uma sociedade democrática, que respeite as características individuais de cada pessoa, inserindo-o em seu grupo social com respeito à sua unicidade, mas, como parte integrante e participativa de um todo.
Anísio Teixeira foi o mais importante seguidor das idéias deweyanas no Brasil.
As idéias de John Dewey e Durkheim possibilitaram aos intelectuais e educadores renovadores compreender o processo de modernização da sociedade brasileira e, conseqüentemente, a necessidade de um novo ensino e de uma nova escola.
O grande nome do movimento na América foi o filósofo e pedagogo John Dewey (1859-1952). Ele influenciou a elite brasileira com o movimento da Escola Nova. Para John Dewey a Educação, é uma necessidade social. Por causa dessa necessidade as pessoas devem ser aperfeiçoadas para que se afirme o prosseguimento social, assim sendo, possam dar prosseguimento às suas idéias e conhecimentos.
Para John Dewey a escola não pode ser uma preparação para a vida, mas sim, a própria vida. Assim, a educação tem como eixo a vida-experiência e aprendizagem, fazendo com que a função da escola seja a de propiciar uma reconstrução permanente da experiência e da aprendizagem dentro de sua vida. Então, para ele, a educação teria uma função democratizadora de igualar as oportunidades. De acordo com o ideário da escola nova, quando falamos de direitos iguais perante a lei, devemos estar citando os direitos de oportunidades iguais perante a lei.
Os fundamentos da escolanovista influenciaram pedagogicamente o ensino público e refletiram-se nas instituições universitárias, inspirando as reformas educacionais em outros países.
www.webartigos.com

Pedagogia tecnicista


A pedagogia tecnicista aparece nos Estados Unidos na segunda metade do século XX e é introduzida no Brasil entre 1960 e 1970, onde proliferou o que se chamou de “tecnicismo educacional’, inspirado nas teorias behavioristas da aprendizagem e da abordagem sistêmica do ensino, buscando adequar a educação às exigências da sociedade industrial e tecnológica”.
 Esta educação atua no aperfeiçoamento do sistema capitalista que é ordem social vigente, articulando-se diretamente com o sistema produtivo cujo interesse é produzir indivíduos “competentes” para o mercado de trabalho, onde é valorizado, nesta perspectiva,
não o professor, mas sim a tecnologia. O professor passa a ser um mero especialista, sendo, apenas, um elo de ligação entre a verdade científica e o aluno.
A prática escolar nessa pedagogia tem como função especial adequar o sistema educacional com a proposta econômica e política do regime militar, preparando, dessa forma, mão-de-obra para ser aproveitada pelo mercado de trabalho. É nesse período que o espírito crítico e reflexivo é banido das escolas. Para esta tendência, o ensino é um processo de condicionamento através do uso de reforçamento das respostas que se quer obter, sendo o conteúdo as informações objetivas que possam proporcionar, ao fim do processo, a adequada adaptação do indivíduo ao trabalho.
 Os conteúdos de ensino desta tendência são baseados em informações e princípios científicos de leis, estabelecidos e ordenados numa seqüência lógico-psicológica, ou seja,eles devem ser mensuráveis eliminando qualquer sinal de subjetividade. Sendo assim, os conteúdos devem estar embasados na objetividade do conhecimento.
 Seus métodos são programados por passos seqüenciados, empregada na instrução programada, nas técnicas de micro ensino, multimeios, módulos inclusive a programação de livros didáticos.
Evidencia-se na relação professor-aluno que o professor administra as condições de transmitância da matéria. O aluno recebe, aprende e fixa não participando do programa
educacional e a comunicação entre ambos é puramente técnica, tendo objetivo de garantir a eficácia da transmissão do conhecimento.
 A avaliação se baseia na verificação do cumprimento dos objetivos propostos. No que diz respeito ao ensino-aprendizagem na tendência tecnicista podemos mencionar a ausência de fundamentos teóricos em detrimento do “saber construir” e saber exprimirem-se.
 Ou seja, é um processo de sujeição através do uso de reforçamento das respostas que se pretende obter visando o controle da conduta individual diante de objetivos preestabelecidos.
 A orientação sobre esta tendência pedagógica foi dada para as escolas pelos organismos oficiais durante os anos 60 e perduram até hoje, em muitos cursos, com a presença de manuais didáticos com caráter estritamente técnico e instrumental.
 Segundo José Carlos Libâneo, deduz-se que as tendências pedagógicas liberais, ou seja, a tradicional, as renovadas e a tecnicista, por se declararem neutras, nunca assumiram
compromisso com as transformações da sociedade, embora, na prática, procurassem legitimar a ordem econômica e social do sistema capitalista.
 Já as tendências pedagógicas progressistas, em oposição às liberais, têm em comum a análise crítica do sistema capitalista.
 sites.google.com

Teoria Construtivista

Uma das teorias mais importantes na Educação atual, a Teoria Construtivista, surgiu a partir das experiências do biólogo suíço Jean Piaget, que observando crianças desde o nascimento até a adolescência, percebeu que o conhecimento se constrói na interação do sujeito com o meio em que ele vive, rompendo assim os paradigmas da educação. Adotado em escolas em todas as partes do mundo, a teoria construtivista tem sido alvo de críticas e ao mesmo tempo de elogios por vários pedagogos.
Teoria Construtivista que veio para romper os paradigmas da educação, surgiu através das idéias de Jean Piaget, no qual se fundem as correntes educacionais existentes até então, a apriorista e a empirista.
Tendo por base essas afirmações, pode-se entender o que é a Teoria Construtivista, uma teoria educacional, que surgiu a partir dos estudos de Piaget, no séc. XX, onde este pesquisou como o conhecimento é formado na mente, desde bebes, observando como um recém-nascido passava do estado de não reconhecimento de sua individualidade frente o mundo que o cerca indo até a idade de adolescentes, onde já temos o início de operações de raciocínio mais complexas. Destas observações, feitas de forma sistematizadas com uma metodologia de análise, denominada o Método Clínico, Piaget estabeleceu as bases de sua teoria, a qual chamou de Epistemologia Genética.
teoria construtivista, que virou uma febre educacional e a resposta para todos os problemas da Educação, talvez possa ser o método que busque atender melhor as expectativas da comunidade escolar, embora não somente um método resolve os problemas de uma escola, não basta a escola ter um projeto pedagógico que traz como método de ensino o construtivismo, se não aplicar de forma concreta as idéias de Piaget, entendo que a interação do sujeito com o meio em que ele vive inicia-se desde a mais tenra idade, não subjugando os menores, os mais pobres, como se sua condição de baixo conhecimento esteja vinculado diretamente a nascer nesta ou naquela família, neste ou naquela cidade, pai ou região.


pt.oboulo.com

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Pedagogia do Oprimido-Paulo Freire


No livro em questão, Paulo Freire tece uma interessante discussão sobre a pedagogia de uma perspectiva do oprimido. Ressalta que a luta pela libertação do homem, o qual é, semelhantemente à realidade histórica, um ser inconcluso, se dá num processo de crença e reconhecimento do oprimido em relação a si mesmo, enquanto homem de vocação para “ser mais”. Preconiza um trabalho educativo que respeite o diálogo e a união indissociável entre ação e reflexão, isto é, que privilegie a práxis.
Um trabalho que não se funde no ativismo (ação sem reflexão) ou na sloganização (reflexão sem ação) e que não se funde numa concepção de homem como “ser vazio”.
Em correspondência a essa concepção de homem como “ser vazio” e, por isso, dependente de “depósitos” de conhecimento, está, segundo Paulo Freire, a pedagogia de perspectiva opressora, denominada de “educação bancária”. Pautada numa comunicação verticalizada, contrária ao diálogo, serve como instrumento de desumanização e domestificação do oprimido, o qual na sua relação com o opressor hospeda-o em sua consciência. Ao se referir à teoria antidialógica, o autor ressalta que a referida teoria tanto traz a marca da opressão, da invasão cultural camuflada, da falsa “ad-miração” do mundo, como lança mão de mitos para manter o status quo e manter a desunião dos oprimidos, os quais divididos ficam enfraquecidos e tornam-se facilmente dirigidos e manipulados. É em contraposição a pedagogia opressora que Paulo Freire reforça a imprescindibilidade de uma educação realmente dialógica, problematizadora e marcadamente reflexiva, combinações indispensáveis para o desvelamento da realidade e sua apreensão consciente pelo educando. Ademais, “[...] a educação problematizadora coloca, desde logo, a existência da superação da contradição educador-educandos. Sem esta, não é possível a relação dialógica [...] (FREIRE, 2004, p.68)”, não é possível a colaboração entre educador e educando, não é possível conceber um educador-educando, que se educa no diálogo com o outro, e um educando-educador. Traz à cena a questão do “ato de dissertar” realizado pelo educador, que constitui, e isto tanto dentro como fora da escola e em qualquer nível de ensino, uma prática de dominação, pois se disserta sobre a realidade como se fosse algo estático e sem vida.
É por meio da dissertação, explica Paulo Freire, que o “educador bancário” tenta “depositar”, “encher”, o educando com conteúdos, os quais, comumente, não se relacionam com sua vida, minimizando, e até mesmo anulando, seu potencial criativo, criticidade e pensar autêntico. Ao memorizar o conteúdo narrado, ao “arquivar” os “depósitos”, o educando não está se conhecendo e conhecendo o mundo de modo verdadeiro, não está desenvolvendo sua consciência crítica, daí Freire (2004, p.72) destaca que a educação bancária “[...] servindo à dominação, inibe a criatividade e, ainda, que não podendo matar a intencionalidade da consciência como um desprender-se ao mundo, a ‘domestica’”.
Em oposição à educação bancária, o educador-educando se compromete com um conteúdo programático que não caracteriza doação ou imposição, “[...] um conjunto de informes a ser depositado nos educandos -, mas a devolução organizada, sistematizada e acrescentada ao povo daqueles elementos que este lhe entregou de forma desestruturada” (FREIRE, 2004. p. 83-84). Compromete-se com uma programação, com conteúdos, que advêm das colocações do povo, de sua existência, desafiando-o à busca de respostas, tanto em nível de reflexão como de ação. Em outras palavras, uma prática libertadora, requer que o “[...] acercamento às massas populares se faça, não para levar-lhes uma mensagem ‘salvadora’, em forma de conteúdo a ser depositado, mas, para em diálogo com elas, conhecer, não só a objetividade em que estão, mas a consciência que tenham dessa objetividade; [...] de si mesmos e do mundo” (FREIRE, 2004, p.86). Desse modo, busca-se juntos, educador e povo, mediatizados pela realidade, o conteúdo a ser estudado.
Acerca do operacionalizar a pedagogia de uma perspectiva do oprimido, é preciso, segundo Paulo Freire, investigar o universo temático do povo. Busca-se, inicialmente, conhecer a área em que se vai trabalhar e se aproximar de seus indivíduos, marcando reunião e presença ativa para coletar dados, de modo a levantar os temas geradores. Estes devem ser organizados em círculos concêntricos, partindo de uma abordagem mais geral até a mais particular. Tal operacionalização demanda, ainda, e isso cabe ao educador dialógico, devolver em forma de problema o universo temático recebido do povo na investigação.
Efetivada essa etapa e com os dados em mãos, realiza-se um estudo interdisciplinar sobre os “achados” nos círculos de cultura, a partir dos quais os envolvidos apreendem o conjunto de contradições que permeiam os temas. Cada envolvido na investigação temática apresenta um projeto de um dado tema, o qual passa por discussão e acolhe sugestões. Os projetos servem, posteriormente, de subsídio à formação dos educadores-educando que trabalharão nos círculos de cultura.
Após elaboração do programa, são confeccionados materiais didáticos em forma de, por exemplo, textos, filmes, fotos, entre outros. São preparadas, também, as codificações de situações existenciais, as quais têm que ser decodificadas pelo educando e promover o surgimento de uma nova percepção da questão tratada, como também o desenvolvimento de um novo conhecimento.
Em retrospecto ao exposto, convém sublinhar que se trata de uma obra que denuncia os limites de uma educação de ajustamento, ao mesmo tempo em que anuncia a possibilidade de uma educação humanizadora, “libertadora”, como diria o autor. Daí a atualidade e relevância de sua leitura pelos educadores das várias áreas do conhecimento, tanto os que estão em processo de formação acadêmica como aqueles que já atuam e, também, demais interessados pelas discussões do campo educacional.
Resenha do livro de Paulo Freire.
Pedagogia ao pé da letra.

Cursando pedagogia?

Neste blog você encontra vários artigos, citações e atividades sobre educação infantil.
Dicas para fazer um TCC e trabalhos acadêmicos.

Projeto político-pedagógico


 Um projeto político-pedagógico da escola apoia-se:
a) no desenvolvimento de uma consciência crítica;
b) no envolvimento das pessoas: a comunidade interna e externa à escola;
c) na participação e na cooperação das várias esferas de governo;
d) na autonomia, responsabilidade e criatividade como processo e como produto
do projeto.
O projeto da escola depende sobretudo da ousadia dos seus agentes, da ousadia
de cada escola em assumir-se como tal, partindo da cara que tem, com o seu cotidiano e
o seu tempo-espaço.
Um projeto político-pedagógico se constrói de forma interdisciplinar.
Não basta trocar de teoria como se ela pudesse salvar a escola.
A escola que precisa ser salva, não merece ser salva.
Pelo que foi dito até agora, o projeto pedagógico da escola pode ser considerado
como um momento importante de renovação da escola. Projetar significa “lançar-se
para a frente”, antever um futuro diferente do presente. Projeto pressupõe uma ação
intencionada com um sentido definido, explícito, sobre o que se quer inovar. Nesse
processo podem-se distinguir dois  momentos:

a) o momento da concepção do projeto;
b) o momento da institucionalização ou implementação do projeto.

Moacir Gadotti