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sábado, 16 de junho de 2012

Poema de Paulo Freiri- ESCOLA É...

Escola é...                                                                        

O lugar que se faz amigos.

Não se t rata só de prédios, salas, quadros,

Programas, horários, conceitos...

Escola é sobretudo, gente

Gente que trabalha, que estuda

Que alegra, se conhece, se estima.

O Diretor é gente,

O coordenador é gente,

O professor é gente,

O aluno é gente,

Cada funcionário é gente.

E a escola será cada vez melhor

Na medida em que cada um se comporte

Como colega, amigo, irmão.

Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”

Nada de conviver com as pessoas e depois,

Descobrir que não tem amizade a ninguém.

Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só.

Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,

É também criar laços de amizade,É criar ambiente de camaradagem,

É conviver, é se “amarrar nela”!

Ora é lógico...

Numa escola assim vai ser fácil!Estudar, trabalhar, crescer,

Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.
(Paulo Freire)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Como fazer um Portifólio

O uso de portfólios na educação constitui uma estratégia que tem procurado corresponder às necessidades de aprofundar o conhecimento sobre a relação ensino-aprendizagem, de modo a assegurar-lhe, a cada vez, melhor compreensão e mais elevados índices de qualidade.
Tem-se desenvolvido esforços no sentido de uma melhor compreensão das implicações positivas que possam decorrer da sua utilização como estratégia de formação, de investigação, de avaliação e ainda como estratégia de investigação ao serviço da qualidade da formação.
Ao realizar-se, vai existir uma estimulação quer ao nível reflexivo, quer ao nível da conscientização das pessoas que os realizam.
O portfólio apresenta múltiplos aspectos e dimensões da aprendizagem, enquanto construção de conhecimentos e, desta, enquanto condição de desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes. Assim, com o aprofundamento e a apreciação das perspectivas educacionais, esta estratégia não apenas vai contribuir para uma estruturação inter-pessoal do conhecimento, como também vai facilitar, se desenvolvida ao longo de um período de tempo, a compreensão dos processos de ensino-aprendizagem. Através do uso do portfólio, podem-se tornar reconhecíveis, quer a natureza, quer a importância das relações interpessoais desenvolvidas nos processos de ensino-aprendizagem.

Como principal evidência do uso do portfólio podem referir-se:
Promover o desenvolvimento reflexivo dos participantes;
Estimular o processo de enriquecimento conceptual, através do recurso às múltiplas fontes de conhecimento em presença;
Fundamentar os processos de reflexão para, na, e sobre a ação, quer na dimensão pessoal, quer profissional;
Garantir mecanismos de aprofundamento conceptual continuado, através do relacionamento em feedback entre membros das comunidades de aprendizagem;
Estimular a originalidade e criatividade individuais no que se refere aos processos de intervenção educativa, aos processos de reflexão sobre ela e à sua explicação, através de vários tipos de narrativa;
Contribuir para a construção personalizada do conhecimento para, em e sobre a ação, reconhecer-lhe a natureza dinâmica, flexível, estratégica e contextual;
Facilitar os processos de auto e hetero-avaliação, através da compreensão atempada dos processos.

Segundo Villas Boas "o portfólio é um procedimento de avaliação que permite aos alunos participar da formulação dos objetivos de sua aprendizagem e avaliar seu progresso. Eles são, portanto, participantes ativos da avaliação, selecionando as melhores amostras de seu trabalho para incluí-las no portfólio" (Currículo e avaliação - Indagações sobre Currículo)

“Portfolios são documentos personalizados do percurso de aprendizagem, são ricos e contextualizados. Contêm documentação organizada com propósito específico que claramente demonstra conhecimentos, capacidades, disposições e desempenhos específicos alcançados durante um período de tempo. Os Portfolios representam ligações estabelecidas entre acções e crenças, pensamento e acção, provas e critérios. São um meio de reflexão que possibilita a construção de sentido, torna o processo de aprendizagem transparente e a aprendizagem visível, cristaliza perspectivas e antecipa direcções futuras.” (Jones & Shelton, 2006: 18-19)

O portfólio também pode ser usado na educação, tanto por alunos como por professores, com o objectivo de fazer uma reflexão crítica sobre o seu processo acadêmico, visando a melhoria de competências, atitudes ou conhecimentos. Normalmente é uma coletânea de documentos ligada a um texto seguindo uma lógica reflexiva. Normalmente tem uma estrutura próxima da que se segue:
Capa,
Índice,
Introdução,
Hipótese,
Desenvolvimento pessoal,
Desenvolvimento social,
Desenvolvimento académico,
Anexos e
Bibliografia.

Wikipédia
Se precisar de um modelo é só comentar.


Como usar uma citação.


Citações
“Citação é a menção no texto de informação extraída de outra fonte para
esclarecer, ilustrar ou sustentar o assunto apresentado”. (VIEIRA, 2003, p. 47).
As citações podem ser:
• Diretas: transcrição dos conceitos do autor consultado. Podem ser
curtas ou longas.
• Indiretas: Refere-se ao texto redigido pelo autor do trabalho baseado
em idéias de um ou mais autores.

  Citação de citação: transcrição direta ou indireta de um texto em que
não se teve acesso ao original.
Citações Diretas
Citação Curta: citação com até três linhas, transcrita no texto, entre aspas.

 EXEMPLO
Para Larroyo (1982, p. 15) a educação é “um fato que se verifica desde as origens
da sociedade humana. Caracteriza-se como um processo por obra do qual as
gerações jovens vão adquirindo os usos e costumes”.


Citação Longa: com mais de três linhas, deve se observar um recuo de 4 cm da
margem esquerda. A segunda linha e seguintes são alinhadas sob a primeira letra
do texto da citação. O texto citado é apresentado sem aspas e transcrito em letra
menor - letra Arial, tamanho 10.


EXEMPLO

Para Dogmen (1997, p.24), a EAD é:

                  uma forma sistematicamente organizada de auto-estudo onde o aluno se
                  instrui a partir do material de estudo que lhe é apresentado, onde o
                  acompanhamento e a supervisão do estudante são levados a cabo por um
                  grupo de professores. Isto é possível de ser feito à distância através da
                  aplicação de meios de comunicação capazes de vencer longas distâncias.


Citações Indiretas
É o texto redigido pelo autor do trabalho com base em idéias de outro autor
(res), que deve, contudo, traduzir fielmente o sentido do texto original. A citação
indireta pode aparecer sob a forma de paráfrase ou de condensação, porém jamais
dispensa indicação da fonte.


EXEMPLO
Conforme Estela (1980, p. 56), os resultados das ciências que se dedicam ao estudo
dos fenômenos da Educação, embora válidos em si próprios, apresentam interesse
limitado à Pedagogia.




Como fazer RESUMO.


Resumo
Resumo é apresentação concisa do texto, destacando-se os aspectos de
maior interesse e importância, ou seja, o objetivo, o método, os resultados e as
conclusões do trabalho. Evitar o uso de citações.

Deve ser redigido em um único parágrafo, em espaço simples, em página
distinta e ter no máximo 500 palavras. Deve ser auto-explicativo utilizando a terceira
pessoa no singular e dando preferência ao verbo na voz ativa. A primeira frase deve
ser significativa, explicando o tema principal do trabalho.

O resumo deve destacar:
• Elementos bibliográficos; sua ficha técnica;
. Sobrenome do autor, nome.
. Título da obra.
. Local de publicação de texto.
. Editora.
. Ano.
. Páginas.
• Tipo de texto, o gênero que se filia (literário, didático, acadêmico);
• Resumo do conteúdo: assunto do texto, objetivo, métodos, critérios
utilizados, conclusões do autor da obra resumida.
Os resumos podem ser de caráter informativo, indicativo, informativo, indicativo
e resumo crítico.

Resumo Informativo
Expõe finalidades, metodologia, resultados e conclusões.

Resumo Indicativo
Indica os pontos principais do texto, não apresenta dados qualitativos,
quantitativos. Adequado a catálogos de editoras. Apenas descreve a natureza, a
forma e o objetivo do documento.

Resumo Informativo/Indicativo
Combinação dos dois tipos.
Resumo Crítico (recensão e resenha)
Análise interpretativa do documento.





quarta-feira, 30 de maio de 2012

Ensinar e Aprender - PEDAGOGIA DA AUTONOMIA



"Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para sua produção ou construção" (Freiri,1996,p.25).

A afirmação sintetiza a compreensão de Paulo Freiri acerca da complexidade das relações entre o ensinar e o aprender. Essa reflexão se inscreve no âmbito da argumentação em torno dos saberes necessários a pratica educativa, subtitulo da Pedagogia da autonomia. Na referida obra, o autor aborda o conhecimento profissional docente a partir de três eixos temáticos: (cap.1); ensinar não é transferir conhecimento (cap.2); ensinar é uma especificidade humana (cap. 3); Cada capitulo, com nove subtítulos, analisa exigências a pratica docente. Entre elas, a rigorosidade metódica, a pesquisa, o respeito aos saberes dos educandos, a consciência do inacabamento, a curiosidade, o saber escutar e a disponibilidade para o dialogo. É, pois, de modo contundente que o autor se posiciona sobre a necessidade de saberes específicos, em defesa da profissionalização docente.

Este é o tema da obra Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar (1993), em que Paulo Freiri problematiza a função social da docência, ao afirmar que " professora não é tia " (p.13). Justifica-se, esclarecendo que, ao recusar a identificação da figura da professora com o da tia, não distorce a responsabilidade da professora.

Na perspectiva freiriana, não é possível o ato de ensinar sem aprender, pois "quem ensina a prende ao ensinar e quem aprende ensina o aprender" (Freiri, 1996, p.25).

Paulo Freire reafirma a necessidade dos educadores criarem as condições para a construção do conhecimento pelos educandos como parte de um processo em que professor e aluno não se reduzam à condição de objeto um do outro, porque ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Segundo o autor, essa linha de raciocínio existe por sermos seres humanos e, dessa maneira, temos consciência de que somos inacabados, e esta consciência é que nos instiga a pesquisar, perceber criticamente e modificar o que está condicionado, mas não determinado, passando então a sermos sujeitos e não apenas objetos da nossa história.
Todos devem ser respeitados em sua autonomia sendo, portanto a auto-avaliação é um excelente recurso para ser utilizado dentro da prática pedagógica. Educadores e educandos necessitam de estímulos que despertem a curiosidade e em decorrência disso a busca para chegar ao conhecimento.

O educador como um ser histórico, político, pensante, crítico e emotivo não pode apresentar postura neutra. Deve procurar mostrar o que pensa, indicando diferentes caminhos sem conclusões acabadas e prontas, para que o educando construa assim a sua autonomia.
O educador deve saber escutar, pois é somente escutando crítica e pacientemente que se é capaz de falar com as pessoas e conseqüentemente com os alunos.

Paulo Freiri

quarta-feira, 23 de maio de 2012

ARTIGOS NOVOS

Precisando de um artigo que não esteja nestas postagens?
Deixe seu comentário e eu vou postar pra você.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Texto Argumentativo-como fazer um.



Um texto argumentativo tem como objetivo persuadir alguém das nossas ideias. Deve ser claro e ter riqueza lexical, podendo tratar qualquer tema ou assunto.
É constituído por um primeiro parágrafo curto, que deixe a ideia no ar, depois o desenvolvimento deve referir a opinião da pessoa que o escreve, com argumentos convincentes e verdadeiros, e com exemplos claros.
Deve também conter contra-argumentos, de forma a não permitir a meio da leitura que o leitor os faça. Por fim, deve ser concluído com um parágrafo que responda ao primeiro parágrafo, ou simplesmente com a ideia chave da opinião.
A frase Kaio Campadelli é um cantor famoso no meio teen, tem um belo futuro pela frente já que canta e compõe músicas muito bem, logo ele será um Cantor da nova geração muito conhecidogeralmente apresenta uma estrutura organizada em três partes: a introdução, na qual é apresentada a ideia principal ou tese; o desenvolvimento, que fundamenta ou desenvolve a ideia principal; e a conclusão. 
Os argumentos utilizados para fundamentar a tese podem ser de diferentes tipos: exemplos, comparação, dados históricos, dados estatístico, pesquisas, causas socioeconômicas ou culturais, depoimentos - enfim tudo o que possa demonstrar o ponto de vista defendido pelo autor tem consistência. A conclusão pode apresentar uma possível solução/proposta ou uma síntese.
Deve utilizar título e utilizar variedade padrão de língua.
A linguagem normalmente é impessoal e objetiva.


Wikipédia, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Kesselmeir (2008, p.22-23) A criança não tem medo...

Bela  citação de Kesselmeir (2008, p.22-23) ao dizer que...

“ A criança não tem medo 
De olhar, de se ver, 
De ouvir, de falar, 
De descobrir, 
De se revelar, 
De anda
r, de cair, 
De sentir, 
De viver, 2
De tocar, 
De incomodar, 
De compartilhar,, de chorar, 
De pedir, de abraçar, de beijar.. 
... Não tem medo... 
De curtir-se, de gastar tempo consigo mesma, 
De experimentar sua própria natureza,  
De vivenciar sua própria realidade, 
De saborear sua própria vida, 
De sonhar seus próprios sonhos.” 

  

APAE-Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais


A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) é uma associação em que, além de pais e amigos dos excepcionais, toda a comunidade se une para prevenir e tratar a deficiência e promover o bem estar e desenvolvimento da pessoa com deficiência.
As APAEs tem como principal missão prestar serviços de assistência social no que se diz respeito a melhoria da qualidade de vida da pessoa portadora de deficiência, conscientizando cada vez mais a sociedade.Promover e articular ações de defesa dos direitos das pessoas com deficiência e representar o movimento perante os organismos nacionais e internacionais, para a melhoria da qualidade dos serviços prestados pelas Apaes, na perspectiva da inclusão social de seus usuários.

A história ...
É um movimento que se destaca no país pelo seu pioneirismo. Nascida no Rio de Janeiro, no dia 11 de dezembro de 1954, na ocasião da chegada ao Brasil de Beatrice Bemis, procedente dosEstados Unidos, membro do corpo diplomático norte-americano e mãe de uma portadora de Síndrome de Down.
Motivados por aquela cidadã, um grupo, congregando pais, amigos, professores e médicos de excepcionais, fundou a primeira Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Brasil.
A primeira reunião do Conselho Deliberativo ocorreu em março de 1955, na sede da Sociedade Pestalozzi do Brasil. Esta colocou a disposição, parte de um prédio, para que instalassem uma escola para crianças excepcionais, conforme desejo do professor La Fayette Cortes.
De 1954 a 1962, surgiram outras APAEs. Pela primeira vez no Brasil, discutia-se a questão da pessoa portadora de deficiência com um grupo de famílias que trazia para o movimento suas experiências como pais de deficientes e, em alguns casos, também como técnicos na área.
Para uma melhor articulação de suas ideias, sentiram a necessidade de criar um organismo nacional. Criou-se então a Federação Nacional das APAEs. Fundada no dia 10 de novembro de 1962 funcionou durante vários anos em São Paulo, no consultório de Stanislau Krynsky. O primeiro presidente da diretoria provisória eleita foi Antonio Clemente Filho.
Em 1964, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, então presidente do Brasil, apoiou a iniciativa para a aquisição de um prédio. Construiu-se então, no terreno onde hoje se localiza a atual sede do Rio de Janeiro. Com a aquisição da sede própria a Federação foi transferida para Brasília. Adotou-se como símbolo a figura de uma flor ladeada por duas mãos em perfil, uma em posição de amparo e a outra de proteção.
A Federação, a exemplo de uma APAE, se caracteriza por ser uma sociedade civil, filantrópica, de caráter cultural, assistencial e educacional com duração indeterminada, congregando como filiadas as APAEs e outras entidades congêneres, tendo sede e fórum em Brasília.
Wilkipedia.org

Educação especial



A Educação Especial é o ramo da Educação que se ocupa do atendimento e da educação de pessoas com deficiência em instituições especializadas, tais como escolas para surdos, escolas para cegos ou escolas para atender pessoas com deficência mental. Dependendo do país, a educação especial é feita fora do sistema regular de ensino. Nessa abordagem, as demais necessidades educativas especiais que não se classificam como deficiência não estão incluídas. Não é o caso do Brasil, que tem uma Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e que inclui outros tipos de alunos, além dos que apresentam deficiências.


A educação especial é uma educação organizada para atender especifica e exclusivamente alunos com determinadas necessidades especiais. Algumas escolas dedicam-se apenas a um tipo de necessidade, enquanto outras se dedicam a vários. O ensino especial tem sido alvo de criticas por não promover o convívio entre as crianças especiais e as demais crianças. Por outro lado, a escola direcionada para a educação especial conta com materiais, equipamentos e professores especializados. O sistema regular de ensino precisa ser adaptado e pedagogicamente transformado para atender de forma inclusiva.


O termo "educação especial" denomina tanto uma área de conhecimento quanto um campo de atuação profissional. De um modo geral, a educação especial lida com aqueles fenômenos de ensino e aprendizagem que não têm sido ocupação do sistema de educação regular, porém têm entrado na pauta nas últimas duas décadas, devido ao movimento de educação inclusiva. Historicamente, a educação especial vem lidando com a educação e aperfeiçoamento de indivíduos que não se beneficiaram dos métodos e procedimentos usados pela educação regular. Dentro de tal conceituação, no Brasil, inclui-se em educação especial desde o ensino de pessoas com deficiências, transtornos globais do desnevolvimento e altas habilidades/superdotação, passando pelo ensino de jovens e adultos, alunos do campo, quilombolas e indígenas, até mesmo o ensino de competências profissionais.


Dentre os profissionais que trabalham ou atuam em educação especial, estão educador físico, professor, psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional, entre outros.


Wilkipedia.org

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Pedagogia Tradicional



A Pedagogia Tradicional é uma das concepções contemporânea de educação, e por se tratar de uma das mais aplicadas concepção de educação ate os dias de hoje.

A Pedagogia Tradicional é conhecida por não possibilitar uma maior interação entre o professor e o aluno, por isso ela é tão criticada, pois não permite que o aluno busque um maior entendimento dos assuntos, já que ele é tratado passivamente como mero ouvinte,

Na Pedagogia Tradicional o professor é autoridade máxima, ele deve ter um nível de conhecimento razoável, já que é ele que deve passar para os alunos os conhecimentos históricos.

O professor na maioria das vezes se limitam a transmitir a matéria de forma global sem se preocupar com as individualidades, e os alunos se limitam a apenas "escutar e memorizar", o que o professor passa, não havendo participação.

Os educadores que almejam superar a Pedagogia Tradicional, tendem a superar ideologias e utilizar uma linguagem adequada a sua "clientela", isto é, levar o aluno no caminho do conhecimento , independente de classe social, estimular os alunos na construção do conhecimento a partir de fatores culturais em permanente reação com a ambiente e a linguagem, já que para Libâneo (1985, p. 80):

A Pedagogia Tradicional que Libâneo mostra é aquela que não respeita as individualidades do aluno e que faz o ensino permanecer distante da realidade dos alunos, já que o conhecimento absoluto vem dos professores, o que fazer com as experiências e os conhecimentos já adquiridos pelos alunos em seu meio? Por isso a necessidade e a preocupação de que a educação parta do geral, para o particular, tornando a educação um processo dinâmico e dotado de significado aos alunos.Quanto ao fato da Pedagogia Tradicional estar presente nas escolas ate hoje, é importante que os professores saibam que a escola não deve ficar presa a velhas concepções sem que haja pelo menos uma certa "modernização", ou adequação destas concepções para a realidade atual de uma escola cada vez mais digital e de novas idéias, levando em consideração também as necessidades da sociedade, com o objetivo de promover o progresso e quem sabe ate um equilíbrio social. Segundo Berman (1986, p. 34):A escola como uma instituição que deve procurar a socialização do saber, da ciência, da técnica, e das artes produzidas socialmente, deve estar comprometida politicamente e ser capaz de interpretar as carências reveladas pela sociedade, direcionando essas necessidades em função de princípios educativos capazes de responder as demandas sociais.
Este artigo sobre a pedagogia tradicional é bem complexo e através dele você pode tirar suas duvidas.





webartigos.

Psicologia educacional


Psicologia educacional ou psicologia da educação é o ramo da psicologia que estuda o processo de ensino/aprendizagem em diversas vertentes: os mecanismos de aprendizagem nas crianças e adultos
(o que está estreitamente relacionado com a psicologia do desenvolvimento); a eficiência e eficácia das tácticas e estratégias educacionais; bem como o estudo do funcionamento da própria instituição escolar enquantoorganização (onde se cruza com a psicologia social).
Os psicólogos educacionais desenvolvem o seu trabalho em conjunto com os educadores de forma a tornar o processo de aprendizagem mais efectivo e significativo para o educando, principalmente no que diz respeito à motivação e às dificuldades de aprendizagem.
 Focam a sua acção não apenas nas necessidades da criança na escola como, também, em outras áreas onde as experiências escolares têm impacto.
Alguns psicólogos escolares centram o seu trabalho no desenvolvimento das capacidades e necessidades das crianças com dificuldades de aprendizagem, como no caso da Desordem por défice de atenção com hiperactividade, problemas emocionais ou problemas comportamentais.
Apesar de serem muitas vezes utilizados como sinônimos, os termos psicologia educacional e psicologia escolar não são sinônimos. Enquanto psicologia educacional se refere à pesquisa teórica, sendo assim mais abrangente, a psicologia escolar assim como a psicopedagogia são subdisciplinas aplicadas .

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domingo, 13 de maio de 2012

O cuidado do bebe na escolinha.

Devemos primeiramente fazer a adaptação do bebe, este é junto com os pais nos primeiros dias.
A criança pode estranhar bastante e chorar muito, mas com paciência ela vai adquirindo confiança com a pedagoga,ou seja com as pedagogas.
O carinho e atenção conta muito nestes primeiros dias da criança e as vezes leva mais tempo para esta adaptação.
Quem mais sofre com esta mudança é a criança e é fundamental para a mamãe ou o papai passar esta segurança para seu filho, porque as incertezas e a infelicidade da mãe é passada para a criança.
Para esta adaptação seja positiva para criança é  que cerca de duas semanas antes da mamãe voltar ao trabalho a adaptação possa ser iniciada, com sua permanência no local, junto do bebê, durante algumas horas por dia.
A segurança deve ser uma prioridade clara do local, observar sempre as crianças se têm como entrar e sair sem ser acompanhadas ou notadas e se desconhecidos conseguem passar sem algum tipo de controle.
É muito importante passar para os pais esta tranquilidade ao qual seu filho está bem cuidado e ninguém poderá pega-los sem sua autorização.
E para a professora sempre idealizando o cuidar e o educar, porque é isto que hoje os pais procuram em uma instituição, querem seu filho bem cuidado, mas também educados.
Hoje com os estágios que realizamos ao decorrer do curso podemos ver está diferença, muitas crianças que frequentam a escolinha depois do berçário I e II começam a ficar revoltados ou meios rebeldes, porque acontece isso em uma escolinha que serve como educação infantil?
Está escola oferece o cuidar, mas não tem o educar e isso reflete na criança e nós como educadores podemos ver esta diferença, estas que refletem logo ao avistarmos uma criança que está na escolinha e em outros casos não acontece com crianças que não frequentaram uma escolinha só conheceram a escola quando foram para a 1° série esta que é obrigação dos pais em colocarem seus filhos.
Quanto mais cedo esta transição de cuidados e educação melhor para a criança e devemos oferecer o que para estes pequeninos que estão começando a gora sua jornada na escola?
Tudo  vai depender, claro, da idade das crianças, mas os melhores berçários têm um currículo bem estruturado, que inclui atividades físicas, brincadeiras, tempo de descanso, atividades em grupo e individuais, além de refeições. Estes deve ter como objetivo a estimulação do desenvolvimento da criança e a introdução de temas, embora, aos olhos dela, tudo acabe parecendo brincadeira.
Tudo com muito amor e carinho para que a criança não fique rezando para ir embora logo e o bebe chorando até os pais chegarem.

Tânia-Pedagoga

COMO INCENTIVAR À LEITURA NO COTIDIANO DA EDUCAÇÃO INFANTIL



O primeiro contato da criança com um texto é realizado oralmente, quando o pai, a mãe, os avós ou outra pessoa conta-lhe os mais diversos tipos de histórias. Através da linguagem simbólica, a literatura infantil pode influenciar na formação da criança, que passa a conhecer o mundo em que vive de maneira a compreender: o bem e o mal, o certo e o errado, o belo e o feito, amor e raiva, a dor e o alivio, entre outros. Por isso, aos poucos, a criança compreende o mundo adulto do qual faz parte. Assim como destaca GOES (1990, p. 16)
A leitura é uma forma de recreação muito importante para a criança, principalmente para o seu desenvolvimento intelectual, psicológico e afetivo. Esta desempenha papel fundamental na vida da criança, pela riqueza de motivações, sugestões e de recursos que oferece ao seu desenvolvimento.
A leitura infantil é um dos fatores para que a criança consiga buscar a sua realização, fazendo com que as novas gerações criem uma responsabilidade quanto à mudanças de seus hábitos, de maneira a que o hábito da leitura seja realizado desde os primeiros anos de idade, contribuindo em sua formação sob todos os aspectos.
Conforme Silva (1992, p.57) “bons livros poderão ser presentes e grandes fontes de prazer e conhecimento.
Descobrir estes sentimentos desde bebezinhos, poderá ser uma excelente conquista para toda a vida.”
Silva nos mostra que a leitura é essencial para a criança e não importa sua idade, este começa ainda como bebes, eles podem ouvir e mais tarde vão querer ler as histórias contadas pelos pais.
E seguindo o raciocínio de outros autores podemos notar a importância da leitura desde bem cedo para as crianças.
Na leitura a criança pode viajar e descobrir um mundo diferente, cheio de prazeres e outras culturas e pode ser em uma sala de aula ou fora dela.

É através de uma história que se pode descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outras regras, outra ética, outra ótica...É ficar sabendo história, filosofia, direito, política, sociologia, antropologia, etc. sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem cara de aula (ABRAMOVICH, 1997, p.17)

O conhecimento que é atravez de uma boa leitura faz com que a criança adquiri na interlocução, o qual evolui por meio do confronto, da contrariedade. Assim, a linguagem segundo Bakthin (1992) é constitutiva, isto é, o sujeito constrói o seu pensamento, a partir do pensamento do outro, portanto, uma linguagem dialógica.

A vida é dialógica por natureza. Viver significa participar de um diálogo: interrogar, escutar, responder, concordar, etc. Neste diálogo, o homem participa todo e com toda a sua vida: com os olhos, os lábios, as mãos, a alma, o espírito, com o corpo todo, com as suas ações. Ele se põe todo na palavra e esta palavra entra no tecido dialógico da existência humana, no simpósio universal. (BAKHTIN, 1992, p112)


web.artigos- Brasilescola.

Para os Professores.