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terça-feira, 24 de abril de 2012

Organização escolar


•Observar e analisar a influência das políticas públicas na organização escolar

Na função social da escola trabalhar e: promover o desenvolvimento dos alunos; •formar para a cidadania e
para o trabalho; disseminar o conhecimento e favorecer o acesso à ciência e ao saber elaborado.



A gestão escolar contribui com o processo de ensino–aprendizagem e com o gerenciamento do tempo e dos  recursos existentes.
Elementos determinantes na organização escolar.
•-Mantenedora
-•Documentos
-•Estrutura organizacional da escola
-•Dinâmica administrativa e pedagógica
A MANTENEDORA
Pode ser: PÚBLICA OU PRIVADA nas seguintes categorias:
- Particulares
- Comunitárias
- Confessionais
- Filantrópicas
NÍVEIS ESCOLARES
Educação Básica: Educação Infantil, Ensino,Fundamental e Ensino Médio.

ESTRUTURA 

ORGANIZACIONAL DA ESCOLA

-•Conselho de escola
-•Direção
-•Setor técnico administrativo
(Secretaria, serviços, multimeios)
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA
•-Setor pedagógico (Coordenação, conselho de classe)
-•Corpo docente e discente
-Associação de Pais e Mestres
•-Grêmio estudantil
DINÂMICA PEDAGÓGICA
•-Critérios de organização de turmas e horários
•-Acompanhamento de atividades pedagógicas
•-Apoio aos professores
•-Apoio aos alunos


Claudia Mara de Almeida









domingo, 22 de abril de 2012

Aprender Brincando.


Com brincadeiras e jogos o espaço escolar pode-se transformar em um espaço agradável, prazeroso, de forma a permitir que o educador alcance sucesso em sala de aula. Nós, educadores temos que ser multifuncionais, ou seja, não apenas educadores, mas filósofos, sociólogos, psicólogos, psicopedagogos, recreacionistas e muito mais, para que possamos desenvolver as habilidades e a confiança necessária em nossos educando.
Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança.  De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma determinada situação por puro prazer, por ter apreciado seus efeitos. Em torno dos 2-3  e 5-6 anos nota-se a ocorrência dos jogos simbólicos, que satisfazem a necessidade da criança de não somente relembrar mentalmente o acontecido, mas de executar a representação.
Percebe-se que os educadores da atualidade precisam utilizar-se do lúdico na educação infantil, ao diferenciar o trabalho da brincadeira a humanidade observou a importância da criança que brinca. Começando a ser investigados pelos pesquisadores que consideram a ação lúdica como metacomunicação, a possibilidade da criança compreender o pensamento e linguagem do outro.  



É preciso relembrar as funções da escola, entre elas está a proposta da preparação da criança para o convívio do grupo e em sociedade. Despontando-se inteligentes, curiosas, ativas, solidárias, criativas, integrada no meio em que vive que dialoga e participa da construção de seu caminho, ao mesmo tempo, ávida por afeto, brincar, correr, sorrir, chorar, viver e por sonhar. Para as crianças, o brincar e o jogar são modos de aprender e se desenvolver.



www.webartigos.com

ECA-Estatuto da criança e do adolescente.

  O Estatuto da Criança e do Adolescente é conhecido pela sociedade brasileira por ECA (as primeiras letras das palavras Estatuto Criança e Adolescente).

    A Lei que deu vida ao ECA é de Nº 8.069, de 13 de julho de 1990 e esta foi sancionada pelo ex-Presidente do Brasil Fernando Collor de Mello.

    O ECA nada mais é do que um instrumento de cidadania. Na verdade o ECA é uma lei, fruto da luta de movimentos sociais, profissionais e de pessoas preocupadas com as condições e os direitos infanto-juvenis no Brasil.

   O ECA foi especialmente criado para revelar os direitos e os deveres das crianças e dos adolescentes.  Também há neste estatuto os direitos e deveres dos adultos.

    O ECA também dispõe sobre a proteção integral das crianças e dos adolescentes. O art. 3° do ECA assegura-lhes a proteção integral que se traduz em todas as oportunidades e facilidades "a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade" .

    O ECA garante que todas as crianças e adolescentes, independentemente de cor, etnia ou classe social, sejam tratados como pessoas que precisam de atenção, proteção e cuidados especiais para se desenvolverem e serem adultos saudáveis.

    Antes do surgimento do ECA, existia apenas o Código de Menores (uma lei de 1979), uma lei voltada apenas para os menores de 18 anos, pobres, abandonados, carentes ou infratores.

    Vale a pena lembrar ainda que o ECA respeita as demais leis internacionais que mencionam os direitos das crianças e dos adolescentes, como: a Declaração dos Direitos da Criança (Resolução 1.386 da ONU - 20 de novembro de 1959); as regras mínimas das Nações Unidas para administração da Justiça da Infância e da Juventude - Regras de Beijing (Resolução 40/33 - ONU - 29 de novembro de 1985); as Diretrizes das Nações Unidas para prevenção da Delinqüência Juvenil - diretrizes de Riad (ONU - 1º de março de 1988 - RIAD) entre outros.


eca.claretianas.br

sábado, 21 de abril de 2012

EAD- Educação a Distancia.


Em 1996, com a Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional, o Brasil deu um grande salto na educação a distância, pois nesse período constituíram-se os primeiros cursos superiores, já regulamentados pelo Ministério da Educação.
O EAD tem crescido muito no Brasil, em razão da era da informatização e as facilidades que essa proporciona, e entre 2004 e 2005 o aumento se deu em torno dos 32%, com aproximadamente duzentos e quinze cursos reconhecidos pelo MEC.
É importante que esses cursos contem com profissionais bem qualificados, além de boa estruturação de suas grades curriculares, bibliotecas, canais de comunicação, salas de aula virtual, a fim de atender os interesses do público, sanar suas dificuldades, dando condições de boa formação, com níveis de exigência que os faça cursar de forma séria e comprometida.
É claro que existem ainda cursos que só podem ser feitos de forma presencial, mas os que não necessitam da presença de forma integral têm perfeitas condições de oferecer formação de qualidade.
Temos visto uma forte valorização dos cursos a distância no mercado de trabalho, pois as grandes empresas têm acreditado que o aluno que consegue se formar à distância tem muito mais compromisso, levando com mais seriedade seus estudos e o seu lado profissional.

brasilescola.com


Brasil no século XX: o desafio da educação


Nesse contexto, os educadores da escola nova introduzem o pensamento liberal democrático, defendendo a escola pública para todos, a fim de se alcançar uma sociedade igualitária e sem privilégios. 

Podemos dizer que Paulo Freire é um dos grandes pedagogos da atualidade, não só no Brasil, mas também no mundo. Ele se embasa em uma teologia libertadora, preocupada com o contraste entre a pobreza e a riqueza que resulta privilégios. Em sua obra Pedagogia do Oprimido faz uma abordagem dialética da realidade, cujos determinantes se encontram nos fatores econômicos, políticos e sociais. Considera que o conhecer não pode ser um ato de "doação" do educador ao educando, mas um processo que se estabelece no contato do homem com o mundo vivido. E este não é estático, mas dinâmico, em contínua transformação. Na educação autêntica, é superada a relação vertical entre educador e educando e instaurada a relação dialógica. Paulo Freire defende a autogestão pedagógica, o professor é um animador do processo, evitando as formas de autoritarismo que costumam minar a relação pedagógica. Na década de 70 destaca-se a produção teórica dos críticos-reprodutivistas, que desfazem as ilusões da escola como veículo da democratização. Com a difusão dessas teorias no Brasil, diversos autores se empenham em fazer a reeleitura do nosso fracasso escolar. A tarefa da pedagogia histórico-crítica se insere na tentativa de reverter o quadro de desorganização que torna uma escola excludente, com altos índices de analfabetismo, evasão, repetência e, portanto, de seletividade. 
Para Saviani, tanto as pedagogias tradicionais como a escola nova e a pedagogia tecnicista são, portanto, não-críticas, no sentido de não perceberem o comprometimento político e ideológico que a escola sempre teve com a classe dominante. Já a partir de 70, começam a ser discutidos os determinantes sociais, isto é, a maneira pela qual a estrutura sócio-econômica condiciona a educação. O trunfo de se tornar um dos países mais ricos contrasta com o fato de ser um triste recordista em concentração de renda, com efeitos sociais perversos: conflitos com os sem-terra, os sem-teto, infância abandonada, morticínio nas prisões, nos campos, nos grandes centros. Persiste na educação uma grande defasagem entre o Brasil e os países desenvolvidos, porque a população não recebeu até agora um ensino fundamental de qualidade.




Autor:Valdivino Alves
www.artigos.com



Educação no Brasil.


Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país.No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola, o que poderia resultar em dados positivos para a sociedade.

fonte:www.brasilescola.com

Fundamentos da educação infantil.



A importância da educação da criança de 0 a 6 anos - seu papel social.

A educação infantil tem papel social importante no desenvolvimento humano e social.
A prioridade é a escola fundamental, com acesso e permanência das crianças e aquisição dos conhecimentos, mas a luta pela escola fundamental não contraria a importância da educação infantil – primeira etapa da educação básica – para todos.
Em trabalho recente, Campos (1997) sintetizou os principais resultados de pesquisa feita na Grã-Bretanha, Estados Unidos e América Latina, que avaliaram os efeitos da freqüência a programas de educação infantil sobre o desenvolvimento e a escolaridade posterior de crianças de diversas origens sociais, étnicas e culturais. Conclui que a freqüência na pré escola favorece resultados de testes realizados no inicio da escolaridade formal; as crianças mais pobres parecem se beneficiar mais dessa experiência, sendo a qualidade da pré escola e da escola essencial. Embora as posições dos países sobre a educação da criança variem com a conjuntura política, para Campos a educação infantil se configura como uma das áreas educacionais que mais retribui á sociedade os recursos nela investidos, contribuindo para o desempenho posterior.

Este artigo sobre o papel social da educação infantil além de mostrar a importância da educação infantil da criança de 0 a 6 anos também trás :
A infância e cultura- outros espaços da educação infantil.
Infância e educação: desafios e possibilidades hoje.

Se estiver precisando para seu trabalho e quiser  todo o artigo em questão é só comentar.

Sonia Kramer



sexta-feira, 20 de abril de 2012

PCN-Os Parâmetros Curriculares Nacionais

   Os Parâmetros Curriculares Nacionais — PCN — são referências para os Ensinos Fundamental e Médio de todo o país. 
   O objetivo dos PCN é garantir a todas as crianças e jovens brasileiros, mesmo em locais com condições socioeconômicas desfavoráveis, o direito de usufruir do conjunto de conhecimentos reconhecidos como necessários para o exercício da cidadania.
  Não possuem caráter de obrigatoriedade e, portanto, pressupõe-se que serão adaptados às peculiaridades locais.
  A própria comunidade escolar de todo o país já está ciente de que os PCN não são uma coleção de regras que pretendem ditar o que os professores devem ou não fazer. São, isso sim, uma referência para a transformação de objetivos, conteúdos e didática do ensino.


 Os Parâmetros Curriculares Nacionais auxiliam o professor na tarefa de reflexão e discussão de aspectos do cotidiano da prática pedagógica, a serem transformados continuamente pelo professor. Algumas possibilidades para sua utilização são:
• rever objetivos, conteúdos, formas de encaminhamento das atividades, expectativas
de aprendizagem e maneiras de avaliar;
• refletir sobre a prática pedagógica, tendo em vista uma coerência com os objetivos
propostos;
• preparar um planejamento que possa de fato orientar o trabalho em sala de aula;
• discutir com a equipe de trabalho as razões que levam os alunos a terem maior ou
menor participação nas atividades escolares;
• identificar, produzir ou solicitar novos materiais que possibilitem contextos mais significativos de aprendizagem;
• subsidiar as discussões de temas educacionais com os pais e responsáveis.


www.educacional.com.br
portal.mec.gov.br



quinta-feira, 19 de abril de 2012

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional...


O atendimento à criança de zero a seis anos, no Brasil, existe há mais de 100 anos. No entanto, apenas recentemente, vem sendo reconhecido o caráter educacional dos serviços oferecidos às crianças de 0 a 3 anos e suas famílias. O reconhecimento legal do dever do Estado e do direito da criança a ser atendida em creches e pré-escolas e a vinculação desse atendimento à área educacional, representam um avanço no que diz respeito à educação da criança dessa faixa etária.
A Constituição Brasileira de 1988, no seu artigo 208, estabelece: “o dever do estado com a educação será efetivado mediante garantia de (...)
atendimento em creche e pré-escola às crianças de 0 a 6 anos”.
O fato de a creche e a pré-escola serem incluídas no capítulo da educação evidencia o reconhecimento do caráter educativo dessas instituições.
Em 1990, as conquistas constitucionais são reafirmadas pelo Estatuto
da Criança e do Adolescente: “É dever do Estado assegurar (...) atendimento
em creches e pré-escolas às crianças de 0 a 6 anos de idade”.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996 explicita no
seu artigo 29 que a educação infantil é a primeira etapa da educação básica
e, no artigo 89 das Disposições Transitórias exige que regulamentações em
âmbito nacional, estadual e municipal sejam estabelecidas e cumpridas. Dessa
forma, a LDB estabeleceu um prazo até 23/12/1999 para que as creches e
pré-escolas fossem integradas aos sistemas de ensino.
Hoje, em 2002, as conquistas na legislação ainda trazem desafios
para sua efetivação, na medida em que convivemos com discursos e práticas
que evidenciam a perspectiva assistencialista que predominou na trajetória desse atendimento. Por outro lado, a busca por um trabalho realmente
educacional tem tomado como base, na maioria das vezes, o modelo tradicional
da escola, predominante no ensino fundamental, que está longe de se adequar
às especificidades da criança de 0 a 6 anos.

Quer ver artigo na integra?


portal.mec.gov.br


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Tema transversais.


 Temas Transversais
 A edução para a cidadania pressupõe que as questoes sociais
sejam motivo de reflexão e aprendizagem dos alunos.
 Temas como: Ètica, meio ambiente, pluralidade cultural,
saúde e orientação sexual foram eleitos como temas transversais.

 Trabalhando os temas transversais é possÌvel garantir a
interdisciplinaridade, transformar e incentivar uma visão
diferenciada do mundo, do homem e do conhecimento.

                     
                         O papel dos temas transversais é servir de lentes para quem ensina,
                         ou seja, aprender a analisar situações de forma mais critica.
                                                                                    (BARBOSA, 2007, p. 26)




segunda-feira, 16 de abril de 2012

DISCURSOS PEDAGÓGICOS E DIVERSIDADE CULTURAL



Discurso pedagógico, resumidamente, significa os tipos de discursos que os professores utilizam para promover a transmissão do saber.

O PAPEL DO PROFESSOR NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

Uma das grandes preocupações dos professores, atualmente,
tem sido como ajudar seus alunos a se apropriarem da cultura acu-mulada pela humanidade, não por meio da memorização, mas de
maneira significativa e transformadora.
A finalidade do ensino é a transmissão e produção do saber,
porém, esta meta não poderá ser alcançada sem o entendimento de
um tipo de abordagem do processo educativo que desperta reflexões
sobre conceitos, intenções, ações e efeitos, sejam eles previstos ou
não previstos.
O professor, no seu papel de emissor do discurso pedagógico
;deve considerar as relações discursivas entre língua, ideologias e visões de mundo. É certo que uma prática discursiva depende da vontade do emissor, mas isto não é suficiente para que o conteúdo do
discurso seja aceito, acolhido e difundido.
A escola não é fechada aos conflitos, às diversidades e às contradições da sociedade. Considerando-se o “mosaico de culturas”
presente na escola, as propostas educativas são diversas, mas freqüentemente misturadas. Leite e Pacheco asseguram:É necessário ver as escolas como locais sociais contraditórios, marcados por luta e acomodação, e, simultaneamente, propiciadores de espa-
ço para o ensino, o conhecimento e práticas sociais emancipatórias.
Não se cogita, neste trabalho, abordar a problemática das políticas educacionais que parecem pretender padronizar o ensino do
ponto de vista de uma cultura-padrão com seus reflexos sobre o trabalho docente, constantemente constrangido pelos imperativos e
conveniências econômicas.
Com toda a razão, Hipólito e Vieira (2202, p. 280) afirmam que os professores são envolvidos nas contradições existentes nas lutas sociais e políticas de negação ou afirmação das culturas das minorias e de diferentes grupos étnico raciais, relacionadas com as classes sociais.

Maria Margarida de Andrade(UPM)


FRIEDMANN -Brincar: crescer e aprender.


A brincadeira é uma linguagem natural da criança e é importante que esteja presente na escola desde a educação infantil para que o aluno possa se colocar e se expressar através de atividades lúdicas – considerando-se como lúdicas as brincadeiras, os jogos, a música, a arte, a expressão corporal, ou seja, atividades que mantenham a espontaneidade das crianças.

“As brincadeiras são linguagens não verbais, nas quais a criança expressa e
passa mensagens, mostrando como ela interpreta e enxerga o mundo”

o professor, de maneira geral, não está preparado para lidar com a presença das brincadeiras
dentro da escola.
   Para ela a autora deste artigo diz que neste momento, o  processo de formação do educador não
oferece uma orientação pedagógica para essa consciência de que a criança precisa se
colocar no mundo através da linguagem dela. “A criança fala de forma mais espontânea, enquanto o professor tem muito medo de perder o controle. Ele acha que se não ensinar algo específico, não
controlará os estudantes. Mas as atividades lúdicas revelam e apoiam o desenvolvimento do aluno. O professor precisa tomar conhecimento disso e não exercer uma pressão que ignore a fase do faz-de-conta, do brincar e dançar.



Jogo e brincadeira
Brincar é mais importante até do que jogar, garante Adriana. “O jogo é mais estruturado, possui regras, limites, quadra, peças, tabuleiro.” Ela explica que,para as crianças, o jogo precisaria ser mais
espontâneo e físico. As propostas para utilização das brincadeiras e jogos na escola
precisam ser adequadas às faixas etárias e às séries dos alunos. “O bebê brinca e se apropria do mundo através dos sentidos dele. Com o olfato, o tato, audição, paladar e visão ele apreende
o que acontece no mundo. Depois, quando a criança começa a se expressar
pela fala, inicia-se o brincar simbólico, o faz-de-conta, o construir e o desconstruir.
A partir dos seis anos é que começam os jogos regrados e os alunos aprendem a
respeitar as regras do jogo; mais tarde, podem usar as atividades lúdicas até para
desenvolver as regras sociais.”


Dentro da escola
Na escola, Adriana acredita ser possível o professor se soltar e trabalhar os jogos como
forma de difundir os conteúdos. Para isso, são necessários três pontos fundamentais:
vivência, percepção e sentido, reflexão em cima da vivência. Ou seja, o educador
precisa selecionar situações importantes dentro da vivência em sala de aula;
perceber o que sentiu, como sentiu e de que forma isso
influencia o processo de aprendizagem; além de compreender que no vivenciar,
no brincar, a criança é mais espontânea. “Sem dúvida, os conteúdos podem ser trabalhados
com o uso do jogo.

Adriana Friedmann
Ver trabalho completo
www.formaremrede.org.br





Ludicidade na educação - citações.





O melhor método para aprender a ler e a escrever, 
É descobrir essas habilidades durante situações  de brinquedo.
(VYGOTSKY)




É preciso que as letras se tornem uma necessidade na
vida das crianças.
(VYGOTSKY)



Todo o jogo contem uma situação-problema
(objetivo) que poder· ser solucionada ou não pelo sujeito
(resultado do jogo), devendo este obedecer a um sistema de regras
que determinam os limites de sua ação
(MACEDO)


Sentimento de infância.


O sentimento de infância beneficiou primeiro meninos,
enquanto as meninas persistiram mais tempo no modo de vida
tradicional que as confundia com os adultos...
( ARIES, 1981, p.81)




O sentimento de infância presente na sociedade moderna, nem sempre recebeu esta importância. 
Aries (1981), através do estudo da iconografia da época, observou que a distinção entre o mundo do adulto e o mundo infantil foi algo que surgiu no final do século XVI e durante o século XVII.
Durante a idade média, inexistia um sentimento de infância e ainda menos de adolescência. Até o século XVIII a adolescência foi confundida com infância. A criança era vista como adulto em miniatura, logo que apresentava algum desenvolvimento misturava-se ao mundo dos adultos, participando das mesmas atividades como festas, jogos e brincadeiras.
É importante lembrar que nessa época a família não tinha função afetiva. A família na Idade Média ''era uma realidade moral e social, mais que sentimental". (Ariès, 1981, 67).
Acreditamos, portanto, que os estudos de Aries, foram de fundamental importância para que a infância fosse colocada na pauta das esferas acadêmicas e sociais, e que estes tenham sido, apesar das críticas ao método o maior dos méritos do autor.
www.webartigos.com




Crianças...


Toda criança é um artista ao seu modo. 
Precisamos oferecer muitas possibilidades, 
muitos materiais, muitas linguagens, pois  
possuir muitas linguagens significa ter 
muitas possibilidades para exprimir-se.            
                             (Malaguzzi,1990)